- Sônia Lima, 66 anos, falou sobre o luto pelo marido Wagner Montes (1954‑2019) e disse que ficou “brigada com Deus” após a morte dele.
- Wagner Montes morreu em janeiro de 2019, no Rio de Janeiro, aos 64 anos, após dois dias internado por infecção urinária; a causa foi choque séptico e sepse abdominal.
- A morte do companheiro levou Sônia a parar a carreira artística e ficar em casa, de pijama, por um período.
- Dois anos depois, Sônia assumiu relacionamento com Flávio Henrique Antunes, que teve papel emocional importante, ajudando no processo da depressão.
- Sônia destacou que Wagner não era apenas uma paixão, mas o seu “grande amor” e que o relacionamento durou mais de trinta anos.
Sônia Lima, aos 66 anos, abriu o coração sobre o luto pelo marido Wagner Montes, morto em 2019. Em entrevista, ela relatou a dificuldade de aceitar a perda após mais de três décadas juntas. O relacionamento foi descrito como um grande amor.
Wagner Montes faleceu aos 64 anos, no Rio de Janeiro, após dois dias de internação por infecção urinária. A confirmação foi de choque séptico e sepse abdominal, resultado de uma infecção generalizada.
A comunicadora explica que, após a morte, chegou a abandonar a carreira artística e a vida pública, permanecendo em casa. O período foi marcado pela tristeza profunda e pela dificuldade de retornar ao trabalho televisionado.
Dois anos depois, Sônia iniciou um relacionamento com o empresário Flávio Henrique Antunes. Ela afirmou que ele teve papel emocional importante no enfrentamento de momentos de depressão ligados ao luto.
Nova fase após o luto
Segundo Sônia, o apoio de Flávio ajudou na recuperação e na retomada de atividades. Ela destacou a importância de contar com alguém que compreendesse o seu processo emocional.
A entrevista destaca a duração da relação com Wagner Montes, que durou mais de 30 anos, e a força necessária para seguir em frente após perder o companheiro de vida. Além disso, retrata o impacto na vida pessoal da jornalista.
Sônia ressaltou que o luto foi um marco complexo, com mudanças significativas na rotina e na vida pública. O relato evidencia o caminho de reconstrução após uma perda tão marcante.
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