- Sophie Charlotte atua como Gerluce, a primeira protagonista feminina das nove em Três Graças, e equilibra a agenda de gravações com a criação do filho Otto, de nove anos, com o ex-marido Daniel de Oliveira.
- A personagem aborda maternidade solo, relação abusiva e autonomia da mulher, tema central da novela, especialmente relevante no mês da mulher.
- A atriz elogia a cena em que Gerluce descobre que a filha Joélly vendeu o bebê, destacando a parceria com Alana Cabral e Dira Paes e a intensidade emocional do momento.
- Ela comenta a virada na carreira ao chegar às nove décadas de vida na televisão, o cuidado com a idade e a pressão estética, defendendo uma visão mais natural do envelhecimento.
- Paralelamente à televisão, Sophie Charlotte prepara um EP com Tom Veloso e já participou de projetos internacionais, como O Assassino e The Killer, mantendo o foco também no cinema nacional.
Sophie Charlotte apresenta Gerluce, a primeira protagonista de nove da atriz em uma novela das nove. O desafio diário envolve manhãs de ensaio, gravações longas e a criação do filho Otto, de 9 anos, com o ex-marido Daniel de Oliveira. A rotina lembra uma maratona, com foco na entrega do papel central.
A personagem, criada pela mãe Ligia, explora temas como maternidade solo, relações abusivas e o papel da mulher mantenedora do lar. Sophie destaca a oportunidade de discutir questões femininas com humor e humanidade, sem soar panfletária, especialmente em meio a debates públicos sobre violência contra a mulher.
A entrevista ocorreu logo após uma cena marcante em que Joélly e o genro vendem a bebê da família, em situação de vulnerabilidade financeira. Sophie diz ter assistido à cena com serenidade, apoiada pela terapia, e celebra a recepção positiva do público e da crítica.
Nascida em Hamburgo, a atriz cresceu entre dois universos e teve a vida moldada pela família brasileira que a acolheu. Ela planeja lançar seu primeiro EP com Tom Veloso, filho de Caetano Veloso, após o fim da novela, expandindo para shows intimistas e, quem sabe, um álbum solo ainda neste ano.
A trajetória de Sophie é marcada por papéis diversificados desde Malhação, passando por cinema e televisão. A Gal Costa, interpretada no cinema, é apontada como uma referência de versatilidade que a inspira a explorar diferentes estilos e formatos, incluindo possibilidades internacionais.
Sobre a vida pessoal, Sophie reforça que a maternidade continua sendo uma questão privada e que a separação não define sua identidade. Ela afirma manter a escolha de viver a privacidade com serenidade, sem abrir mão de relacionamentos saudáveis e do cuidado com o filho.
Ela admite ter enfrentado pressões estéticas, mas ressalta a importância de aceitar a passagem do tempo como parte do ofício. A atriz valoriza a saúde da imagem e a continuidade na carreira, sem abrir mão de sua autenticidade.
A carreira de Sophie envolve mais de duas décadas, com experiências em cinema internacional, como o filme de David Fincher, e projetos de televisão que consolidaram sua presença. Ela enfatiza a importância de manter o foco no talento e na evolução profissional ao longo dos anos.
No âmbito musical, Sophie relembra a parceria com artistas consagrados, que moldaram sua visão de palco e canto. A ideia é consolidar um EP com quatro faixas, explorar shows ao vivo e planejar uma turnê, mantendo a proximidade com o público por meio de performances intimistas.
O momento atual da indústria é visto com otimismo pela atriz: o Brasil ganha visibilidade internacional e artistas brasileiros aparecem em rodadas de premiações e coproduções. Sophie destaca que a música e o cinema brasileiros têm cada vez mais espaço no exterior, sem abandonar o desejo de atuar em produções internacionais.
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