- O Polo Lounge, no Beverly Hills Hotel, comemora oitava quinta aniversário, mantendo a função de palco de encontros entre grandes nomes da indústria.
- Na noite anterior, Ari Emanuel, Richard Weitz, Bryan Lourd e David Kramer jantaram em mesas separadas, mantendo o peso da cena hollywoodiana sem coincidências.
- Há um andar de exclusividade: cadeiras e cabines especiais abrigam nomes como Iger, Katzenberg e Zaslav; o acesso a esses espaços é restrito e carrega status entre os frequentadores.
- Existe um “cartão rosa” (pink card) usado para contas internas, cuja existência e validade estão cada vez mais incertas; relatos indicam que hoje ele é muito raro ou inexistente.
- O Polo Lounge é conhecido por regras discretas, incluindo o código de vestimenta, horários e privilégios de estacionamento, com histórias que vão desde boatos sobre os cartões até memórias de antigos frequentadores.
O Polo Lounge do Beverly Hills Hotel recebeu ontem uma reunião improvável de executivos de peso de Hollywood, em mesas separadas. Ari Emanuel, ex-CEO da Endeavor; Richard Weitz, atual co-presidente da WME; Bryan Lourd, principal da CAA, e David Kramer, CEO da UTA, almoçaram no mesmo espaço, em horários distintos. O encontro, de caráter informal, revelou segredos de convivência entre as maiores potências do setor.
Segundo relatos, o almoço funciona também como um espaço de visibilidade: os nomes de destaque aparecem para ser vistos, sem a necessidade de encontros amplos. Reservas em cabines externas e o uso de um “espaço de referência” ajudam a manter redes de contato. A cena é descrita como um retrato de sociabilidade de elite ainda relevante, mesmo com a redução de grandes eventos.
O Polo Lounge celebra 85 anos, mas permanece fonte de hábitos e ritos da indústria. Entre as particularidades, circula a ideia de uma carta rosa, ou “pink card”, que permitia consumo em conta para convidados, embora sua existência atual seja duvidosa. Uma lista de antigos detentores é mencionada por fontes da indústria.
Fontes dizem que figuras como Kevin Huvane, Bryan Lourd e Richard Lovett costumam frequentar o local, mas o acesso ao benefício não é garantido. Relatos de antigos portadores indicam que o cartão perdeu fôlego há anos e que hoje o benefício pode não existir mais de forma formal. O prédio não comentou sobre o assunto.
Entre as histórias associadas ao Pink Card, há relatos de uso indevido e cobranças elevadas em contas mensais. Famílias de ex-funcionários também aparecem em anedotas, sem confirmação de continuidade do benefício. A origem do cartão é ligada a George Novogroder, morador do hotel que supostamente criou o símbolo de status para seus amigos.
Atrações históricas do hotel incluem ex-residentes famosos e a tradição de presentes do Polo Lounge. Em particular, o Novogroder Turkey Burger, famoso no Fountain Coffee Room, é citado por personalidades como Sofia Coppola, que o listou entre seus favoritos de Los Angeles. O hotel não comentou sobre o assunto.
A história de uso de garagem secreta no Beverly Hills Hotel também é mencionada por fontes: carros clássicos de celebridades teriam sido armazenados ali, incluindo o de Prince. O hotel não confirmou nem desmentiu esses relatos. O Polo Lounge continua conhecido por um código de vestimenta considerado entre os mais rigorosos da cidade.
Observação final: o ambiente é descrito como um espaço de alta configuração, com regras próprias de convivência, reservas e privilégios. O resumo do cotidiano do Polo Lounge aponta para uma dinâmica de poder ainda presente, mesmo diante de mudanças de cenário em Hollywood.
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