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Ratinho discute com Wagner Moura; apresentador pede silêncio após críticas

Ratinho chama Wagner Moura de “cala a boca” após críticas a Bolsonaro, em meio à denúncia de transfobia de Erika Hilton e tensão política brasileira

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  • Ratinho criticou Wagner Moura em seu programa após Erika Hilton denunciar transfobia, elogiando a atuação do ator, mas cobrando distância de comentários sobre Bolsonaro nos Estados Unidos.
  • O apresentador disse: “Cala a tua boca, porra”, pediu que Moura esquecesse a política e afirmou que o Brasil precisa manter o debate político apenas na hora da urna.
  • Bolsonaro foi internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, na sexta-feira, 13, por broncopneumonia bacteriana bilateral decorrente de aspiração de líquido do estômago; segundo boletim, houve melhora clínica e renal.
  • Em entrevista ao talk show de Jimmy Kimmel, Wagner Moura disse que, se ganhasse o Oscar, agradecería a Bolsonaro, chamando-o de “nosso Trump brasileiro” e afirmando que “o nosso Trump está na cadeia”.
  • O apresentador ressaltou que o discurso de Moura pode ampliar a divisão entre brasileiros; Moura também criticou Bolsonaro durante a entrevista nos EUA, segundo a matéria.

O apresentador Ratinho criticou Wagner Moura no programa desta segunda-feira, 16, em meio a uma denúncia de transfobia envolvendo Erika Hilton. A fala fez referência à derrota de Moura no Oscar 2026 e ao reconhecimento que ele recebeu pela atuação, mas apontou críticas anteriores ao presidente Jair Bolsonaro feitas em entrevista à TV internacional. A publicação também mencionou a internação do ex-presidente em Brasília.

Ratinho pediu que Moura deixasse de falar sobre Bolsonaro, afirmando que o ator é relevante pela atuação, mas divergente no campo político. Segundo o apresentador, o discurso do artista tem gerado mais divisão no país e pediu para que assuntos políticos ficassem fora de momentos de homenagem ou de debate público.

Contexto: a fala de Wagner Moura sobre Bolsonaro em conversa com a imprensa internacional ocorreu durante entrevista ao programa de Jimmy Kimmel, nos Estados Unidos. Moura mencionou que, se vencesse o Oscar, agradeceria a Bolsonaro, em tom que o ator descreveu como analogia ao reconhecimento de outros líderes.

O que foi dito por Moura na entrevista estrangeira foi objeto de cobertura na imprensa, com relatos de que o apresentador americano discutiu críticas à política do ex-ocupante do cargo. Moura também citou que Bolsonaro é visto por ele como uma figura que inspira controvérsia global, ao associar o ex-presidente a questões de governança e direitos civis.

A internação de Bolsonaro, informada anteriormente, ocorreu na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, na sexta-feira anterior. O boletim médico indicou melhora clínica, com recuperação renal e redução de marcadores inflamatórios, avançando para recuperação parcial.

A troca de comentários entre Ratinho e Wagner Moura repercutiu entre apoiadores e críticos de ambos, com avaliações diversas sobre o impacto de declarações públicas em debates sobre políticas nacionais. As informações deste texto seguem fontes oficiais e veículos de comunicação.

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