- Chelsea Handler comprou a casa em Brentwood, Los Angeles, em outubro de 2021, por US$ 5,9 milhões, de Robert F. Kennedy Jr. e Cheryl Hines.
- A comediante diz que o imóvel era “tóxico” e que não pôde se mudar por muitos problemas, movendo-se pela primeira vez quatro anos depois.
- Fontes afirmam que quem deveria ter identificado problemas foi ela e o inspetor, e que não houve coerção para a compra.
- A propriedade, avaliada em cerca de US$ 8 milhões pelo Zillow, passou por reformas e ficou com andaimes ainda antes de a artista morar nela.
- Em entrevista a Jimmy Kimmel, Handler voltou a brincar sobre a compra e citou possíveis problemas de saúde ligados aos ex-proprietários.
Chelsea Handler comprou, em outubro de 2021, uma mansão em Brentwood, Los Angeles, por 5,9 milhões de dólares, proprietários Robert F. Kennedy Jr. e Cheryl Hines. A atriz e humorista sustenta que a casa ficou com problemas graves não revelados. O imóvel tornou-se tema de controvérsia após ela afirmar que a residência é tóxica.
Fontes próximas ao negócio dizem que Handler deveria ter identificado sinais de alerta antes de fechar o negócio e durante a inspeção. Segundo essas pessoas, não houve imposição externa para a compra e os problemas teriam surgido apenas durante uma grande reforma realizada pela atual proprietária.
A casa, construída por volta de 1937, teve obstáculos para a ocupação, sendo alvo de relatos de obras e de um possível atraso na mudança. O valor de mercado da propriedade, segundo o portal de imóveis Zillow, subiu para cerca de 8 milhões de dólares.
Contexto do imóvel
Um representante envolvido na transação destacou que uma avaliação inicial não substitui a necessidade de técnicos especializados. Drenagem, infiltração de água e estrutura são exemplos de áreas que podem exigir diagnósticos adicionais.
Afirmou ainda que a decisão de comprar envolve riscos e que qualquer problema identificado deveria ter sido claramente comunicado pela equipe de Handler durante o processo de aquisição.
Posições das partes
Cheryl Hines e RFK Jr. não comentaram oficialmente sobre a alegação de que venderam uma casa tóxica. Handler reiterou, em meios próprios, a demora para ocupar o imóvel e as dificuldades encontradas no decorrer das obras. A defesa de cada parte permanece sem manifestação pública adicional.
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