- Príncipe Harry rejeita a alegação de que Meghan Markle interrompe reuniões, apontada pela Variety em reportagem sobre os empreendimentos do casal em Hollywood.
- O advogado do casal, Michael J. Kump, afirmou por carta que a descrição parece tentar reforçar uma imagem misógina de que Meghan manda no marido.
- Harry classificou a acusação como categoricamente falsa, em uma rara manifestação pública sobre matérias da imprensa.
- A matéria também diz que Meghan, em algumas situações, teria feedbacks pouco convencionais e às vezes se ausentado de chamadas de vídeo, com equipes sendo informadas do afastamento.
- Kump ressaltou que Meghan trabalha em casa com filhos pequenos e que é comum pais enfrentarem interrupções de crianças durante reuniões virtuais, justificando a necessidade de desligar áudio ou câmera.
O Príncipe Harry rejeitou uma alegação publicada pela Variety sobre a dinâmica de trabalho com Meghan Markle. A reportagem, publicada na terça-feira, analisa os empreendimentos do casal em Hollywood e cita interações em reuniões, presenciais e virtuais.
Segundo o texto, fontes afirmaram que Meghan tende a interromper ou reformular ideias do príncipe, com gestos como toque no braço ou na coxa durante a fala. A Variety aponta o episódio como parte de uma rotina de feedback.
Defesa e versão dos Sussex
Em carta enviada à revista, o advogado Michael J. Kump contestou a caracterização, dizendo que a descrição “parece calculada para reforçar uma visão misógina” de que Meghan manda no marido. Harry classificou a afirmação como falsa.
A publicação também mencionou que Meghan, por vezes, desaparecia de chamadas de vídeo quando se sentia incomodada com algo dito, deixando as equipes informadas posteriormente de que ela havia se ausentado.
Kump ressaltou que Meghan trabalha em casa, é mãe de duas crianças pequenas e, como muitos pais, pode ter interrupções familiares durante reuniões virtuais. Ele destacou a necessidade de desativar áudio ou câmera em alguns momentos.
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