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Ex-namorada de Alanis Guillen comenta tweets racistas e transfóbicos do passado

Ex-namorada de Alanis Guillen pede desculpas por tweets racistas e transfóbicos de anos atrás, afirma arrependimento e evolução pessoal

'Misto de choque e imensa decepção': o posicionamento oficial da ex-namorada de Alanis Guillen sobre falas de alto teor preconceituoso
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  • Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen, usou o Instagram para se pronunciar sobre publicações antigas com conteúdo preconceituoso feitas entre 2011 e 2013.
  • As postagens incluíam mensagens racistas, transfóbicas e até uma repostagem que debochava do assassinato de Isabella Nardoni, gerando repercussão pública.
  • Ela afirmou repúdio a qualquer discurso de ódio e pediu desculpas de forma sincera, dizendo ter ficado chocada ao revisitar o conteúdo antigo.
  • A ex-namorada de Alanis explicou que as falas eram resultado de questões psicológicas daquela época e de uma revolta interna, destacando que hoje não se reconhece nelas.
  • Reis mencionou terapia e autodescoberta, afirmando ser mulher lésbica hoje e reiterando compromisso com a luta contra toda forma de discriminação.

Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen, usou o Instagram nesta quinta-feira para se posicionar sobre publicações antigas consideradas preconceituosas. Ela também é produtora e gerente de projetos em um estúdio de arte. O público resgatou comentários de 2011 a 2013, gerando repercussão.

A ex de Alanis afirmou que repudia qualquer discurso de ódio ou discriminação. Disse ter ficado chocada ao revisitar conteúdos publicados há mais de uma década e pediu desculpas a quem tenha sido ferido. Ela ressaltou que as falas não a representam hoje.

Ela atribuiu as falas a questões psicológicas de uma fase jovem, marcada por turbulência interna. Hoje, afirma ter passado por terapia e se reconhecer como mulher lésbica, destacando que houve evolução pessoal desde então.

Reis afirmou que mudanças são possíveis e confirmou seu compromisso contra toda forma de discriminação. Afirmou que não aceita ser reduzida a uma versão antiga de si mesma e externa o entendimento de que pessoas podem crescer.

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