- Anitta se pronunciou sobre um encontro com Daniel Vorcaro, seu irmão Renan Machado e empresários do setor de apostas, divulgado pelo colunista Paulo Cappelli.
- A cantora explicou, por meio de sua assessoria, que participou ativamente de negociações com marcas e que a contratação com o Will Bank não avançou.
- Vorcaro, que é investigado pela Polícia Federal por fraudes no Banco Master, teria mediado a reunião entre os participantes.
- A PF já periciou o celular de Vorcaro, revelando diálogos com autoridades e uma lista de contatos de peso no Judiciário, Congresso e sistema financeiro.
- Entre os nomes mencionados na apuração estão ministros do Supremo Tribunal Federal, o presidente do Banco Central e outras autoridades ligadas ao processo no Master.
Anitta divulgou neste sexta-feira (20) o posicionamento oficial sobre uma reunião envolvendo a cantora, o irmão Renan Machado e empresários do setor de apostas esportivas. O link com o banqueiro Daniel Vorcaro foi citado pela assessoria como tema tratado, mas a cantora afirma que a contratação com Will Bank não evoluiu após o encontro.
Segundo relatos divulgados pela imprensa, Vorcaro entregou aos associados a ideia de uma reunião rápida, na qual também estaria a irmã de Anitta. A conversa apresentada aponta que eram quatro amigos dele, com participação da artista, para discutir um negócio envolvendo apostas. A publicação cita ainda mensagens de vorcaro com a então namorada Martha Graeff.
A divulgação do conteúdo ocorreu por meio do jornalista Paulo Cappelli, que teve acesso a uma conversa gravada em 9 de setembro de 2024. Em trechos da conversa, Vorcaro sugere o encontro e descreve uma agenda fechada, com horário marcado para terminar cedo.
Investigação da Polícia Federal
A Polícia Federal investiga o Banco Master, sob suspeita de fraudes financeiras, e já periciou o celular de Vorcaro. A perícia revelou diálogos com autoridades políticas e uma extensa lista de contatos relevantes para o Judiciário, o Congresso e o sistema financeiro.
Entre os nomes citados na lista, há ministros do STF, oficiais do Banco Central e advogados ligados a casos de alto peso institucional. A apuração também apontou referências a uma empresa associada à família de Toffoli e a venda de participação de um resort no Paraná a fundos vinculados ao Master.
O ministro Toffoli declarou que a empresa citada é administrada por parentes e que ele não participa da gestão nem das decisões comerciais. A PF continuará levantando contatos e relações envolvidas nas operações para esclarecer o papel de cada envolvido.
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