- O empresário Leonid Radvinsky, proprietário do OnlyFans, morreu de câncer aos 43 anos; o anúncio foi feito pela empresa nesta segunda-feira, 23.
- Radvinsky adquiriu a controladora Fenix International Limited em dois mil e dezoito e atuava como diretor e principal acionista.
- OnlyFans foi criado em dois mil e dezesseis em Londres e hoje é dominado por conteúdo adulto; em dois mil e vinte e um chegou a proibir publicações sexualmente explícitas, mas voltou atrás.
- A plataforma tem cerca de cento e cinquenta milhões de usuários e mais de cinco milhões de criadores.
- No funcionamento, as assinaturas vão de US$ quatro vírgula noventa e nove a US$ quarenta e nove vírgula noventa e nove; oitenta por cento do valor fica com o criador e vinte por cento com a empresa; pagamentos são em dólar, com conversão para reais na fatura no Brasil.
Leonid Radvinsky, proprietário da plataforma OnlyFans, morreu de câncer aos 43 anos. A confirmação foi feita pela empresa em comunicado divulgado na segunda-feira, 23, sem detalhes adicionais sobre a doença. A família pediu privacidade.
Radvinsky havia adquirido a Fenix International Limited, controladora do OnlyFans, em 2018. Ele atuou como diretor e acionista majoritário da empresa, segundo o anúncio oficial.
O OnlyFans foi criado em 2016, em Londres, e, com o tempo, passou a apostar fortemente em conteúdo adulto. Hoje reúne cerca de 150 milhões de usuários e mais de 5 milhões de criadores cadastrados.
Sobre o funcionamento da plataforma
O serviço opera via assinatura ou compras avulsas de conteúdo. Embora haja versão em português, os pagamentos são feitos em dólares, convertidos para reais na fatura. O modelo de remuneração é de 80% para o criador e 20% para a empresa.
Os criadores podem definir valores entre US$ 4,99 e US$ 49,99 por assinatura. O público paga mensalmente para ter acesso aos conteúdos publicados pelos parceiros ou adquire conteúdos específicos.
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