- Sarah Ferguson, 66, negou ter planejado participar de um reality show que envolveria a clonagem dos cães da rainha Elizabeth II, Muick e Sandy.
- A ideia teria partido da produtora Halcyon Studios, com o objetivo de preservar a linhagem dos corgis.
- Segundo reportagens, Ferguson teria discutido o projeto com várias agências dos Estados Unidos em maio de 2023.
- Um porta-voz afirmou que a ideia foi descartada após conversas iniciais com a produtora e que ela costuma recusar ofertas de televisão.
- A sinopse do projeto citava a criação de uma empresa chamada “The Queen’s Corgis” para clonar e comercializar os cães.
Sarah Ferguson, de 66 anos, negou veementemente que tenha planejado participar de um reality show que envolvesse a clonagem dos cães de estimação da falecida rainha Elizabeth II. A informação circulou após reportagens da imprensa britânica atribuíram à ex-duquesa a ideia de um programa com os corgis Muick e Sandy.
Segundo as matérias, a proposta teria partido da produtora Halcyon Studios, com a justificativa de preservar a linhagem dos animais que passaram a ficar sob os cuidados de Ferguson e do ex-marido, Andrew Mountbatten-Windsor, após a morte da monarca em 2022. A narrativa ganhou força em julho de 2023.
Diversas fontes indicaram que Ferguson buscava retorno à televisão e estaria aberta a propostas de reality. Um representante da ex-duquesa, porém, afirmou a People que as negociações foram suspensas e a ideia foi descartada após as primeiras conversas com a produtora.
A reportagem aponta ainda que a sinopse do projeto mencionava a criação de uma empresa batizada de The Queen’s Corgis, voltada à clonagem dos cães para venda a entusiastas ao redor do mundo. Ainda não houve confirmação oficial de nenhuma das partes quanto a detalhes do projeto.
Negação oficial e contexto
O porta-voz de Ferguson informou à imprensa que a duquesa recebe diversas propostas de TV, mas costuma recusá-las. Segundo ele, a ideia em questão foi descartada após as primeiras tratativas com a Halcyon Studios. Não há confirmação de outras tratativas em andamento.
Não houve confirmação de participação de Andrew Mountbatten-Windsor no episódio, nem de envolvimento direto do Palácio de Buckingham na tratativas. A cobertura se baseia em reportagens de veículos britânicos e em declarações oficiais enviadas por assessorias.
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