- Pascal Duvier negou ter agido a mando da cantora Chappell Roan e afirmou estar no Brasil a serviço de outra pessoa.
- Em publicação no Instagram, disse ter falado com a mãe da criança e que a abordagem foi calma e bem-intencionada; o desfecho, porém, foi lamentável.
- O security guard afirmou assumir total responsabilidade pelas interações ocorridas no dia 21 de março e disse não fazer parte da equipe de Roan.
- O episódio ocorreu no hotel em São Paulo, horas antes da apresentação de Roan no Lollapalooza.
- A cantora publicou vídeo pedindo desculpas, disse não ter visto a criança e que o segurança envolvido não pertencia à sua equipe; pediu desculpas à mãe e à criança.
Pascal Duvier, segurança, negou nesta quarta-feira, 25, ter atuado a mando da cantora Chappell Roan na confusão envolvendo a filha do jogador Jorginho. Alega que estava no Brasil a serviço de outra pessoa e que a abordagem foi calma, bem-intencionada e sem relação com a equipe da artista.
Em postagem no Instagram, o segurança afirma ter conversado com a mãe da criança, reconhecendo que o desfecho do encontro foi lamentável. Duvier disse ainda que não fazia parte da equipe de Roan e que suas ações foram baseadas em informações do hotel e em eventos anteriores, com o objetivo de manter a segurança do local.
O episódio ocorreu na tarde do dia 21 de março, em São Paulo, no hotel onde Roan e a comitiva estavam hospedados para o Lollapalooza. Segundo Jorginho, a filha de 11 anos, acompanhada pela mãe, teria apenas olhado para a cantora, sem tentar contato ou constrangimento.
Roan divulgou um vídeo na internet com sua versão dos fatos, explicando que não teria visto a menina e que não houve aproximação por parte de sua equipe. A artista afirmou que a intervenção de um segurança externo não seria de sua responsabilidade e pediu desculpas caso alguém tenha se sentido desconfortável.
A reportagem buscou o hotel para comentários, sem retorno até o momento. Roan afirmou que a situação a deixou triste e destacou que não guarda má vontade com fãs ou com crianças. A vice-versa entre as partes permanece sem conclusão oficial.
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