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Segurança quebra silêncio sobre incidente envolvendo a enteada de Jorginho

Segurança Pascal Duvier assume responsabilidade pela abordagem a Ada Law em hotel de São Paulo, nega ligação com Chappell Roan e afirma ter atuado para Sabrina Carpenter

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • Segurança Pascal Duvier, em publicação, assume responsabilidade pelo incidente ocorrido em hotel em São Paulo envolvendo a enteada de Jorginho, de 11 anos.
  • Duvier negou qualquer vínculo com a cantora Chappell Roan e afirmou que atuava para outro artista, Sabrina Carpenter.
  • O segurança disse que a abordagem foi feita de forma calma e com boas intenções, e que as decisões foram dele, sem representar a equipe ou a gestão de artistas.
  • A família relatou que a menina apenas sorriu para Roan durante o café da manhã, o que desencadeou a intervenção que resultou em choro, gerando a polêmica.
  • Roan afirmou não ter percebido a presença da menina; a equipe da cantora destacou que Duvier não pertence ao seu quadro de segurança.

Pascal Duvier afirmou publicamente, pela primeira vez, que o episódio ocorreu em um hotel de São Paulo e envolveu Ada Law, enteada de Jorginho, jogador do Flamengo, aos 11 anos. O ocorrido aconteceu no sábado, 21 de março, e ganhou repercussão internacional.

O segurança reconheceu a responsabilidade pela abordagem feita à menina. Disse que a ação ocorreu de forma calma e com boas intenções. Também negou qualquer vínculo com Chappell Roan, apontada inicialmente como figura central da polêmica, afirmando atuar para outro artista.

Ada Law, Jorginho e Catherine Harding, mãe da criança, apresentaram relatos sobre o incidente. A família descreveu a situação como desproporcional, afirmando que a criança apenas sorriu para Roan durante o café da manhã, sem interação direta. Roan informou que não percebeu a presença da menina, e sua equipe reiterou que Duvier não fazia parte de seu quadro de segurança.

Esclarecimentos e desdobramentos

Duvier explicou que a abordagem ocorreu sem participação de terceiros e destacou que suas ações não representam a equipe de nenhum artista. O episódio, que inicialmente foi associado à cantora Chappell Roan, passa a ser visto como uma ações isoladas do segurança, que disse atuar de forma independente.

As informações disponíveis apontam para uma reavaliação do caso, com versões que buscam esclarecer a dinâmica do que ocorreu no hotel. A situação envolve ainda o contexto de segurança de eventos e a relação entre profissionais de apoio e artistas em locais públicos.

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