- Britney Spears, 44, acusa ex-segurança Thomas Bunbury de acesso indevido à conta do iCloud e a dispositivos pessoais.
- O advogado da artista enviou notificação extrajudicial pedindo que ele apague cópias de arquivos e esclareça se houve compartilhamento com terceiros, possibilidade de ação legal.
- A cantora afirma ter sido bloqueada de suas contas em diversas ocasiões; o segurança teria sido demitido no ano passado por violar acordo de confidencialidade ao falar com a imprensa e fãs, antes do suposto acesso.
- A denúncia ocorre enquanto Britney se prepara para ir à Justiça no dia 4 de maio, após ter sido detida por dirigir sob influência de álcool ou drogas.
- A polícia encontrou Adderall na abordagem; caso comprovada embriaguez, a artista pode ter a carteira de motorista suspensa, e, se houver substâncias ilícitas, pode enfrentar pena de prisão.
Britney Spears, 44, denunciou um ex-segurança por acessar indevidamente sua conta do iCloud e dispositivos pessoais. A acusação foi entregue por meio de uma notificação extrajudicial enviada no mês passado, segundo o portal TMZ.
O documento afirma que o segurança Thomas Bunbury acessou dados da artista sem consentimento. A cantora também questiona se houve compartilhamento de fotos ou documentos com terceiros e afirma ter sido bloqueada de contas em diversas ocasiões.
A notificação exige a exclusão de cópias de arquivosPossíveis violações de leis estaduais e federais são citadas pela defesa, que avisa a intenção de levar o caso à Justiça, caso não haja esclarecimentos.
Contexto e desdobramentos
Fontes afirmam que Bunbury foi demitido no ano passado por violar um acordo de confidencialidade ao manter contato com a imprensa e fãs, embora o desligamento tenha ocorrido antes do suposto acesso indevido.
Paralelamente, Britney se prepara para audiência judicial no dia 4 de maio, após uma detenção por dirigir sob influência de álcool ou drogas. A cantora nega ter dirigido sob efeito de substâncias ilícitas, e o caso envolve o uso de Adderall.
A polícia teria encontrado Adderall no momento da abordagem. O medicamento é utilizado no tratamento de TDAH, mas passa por análise para verificar se houve mistura com outras substâncias.
Se comprovada a conduta ilegal, a defesa pode buscar reparos civis, e, no âmbito criminal, o juiz avaliará a eventual suspensão de carteira ou pena de prisão, conforme os resultados dos exames.
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