- A atriz Laura Orrico, conhecida de CSI: Miami, deu à luz a filha Aviana Rose em fevereiro, usando o esperma congelado do marido falecido, Ryan Cosgrove.
- Aviana nasceu em 5 de fevereiro, às 18h09, pesando 3,26 kg e medindo 50,8 cm.
- Ryan Cosgrove morreu em 2015 de complicações de tumor cerebral; o casal congelou o esperma dele em 2007.
- Laura realizou fertilização in vitro em 2024, após longos anos de tentativas e abortos espontâneos, recebendo o positivo em junho de 2025.
- A prática é chamada de reprodução assistida post-mortem e depende de autorização prévia do falecido para uso de material criopreservado.
Laura Orrico, atriz de 49 anos conhecida por CSI: Miami, deu as boas-vindas à primeira filha, Aviana Rose, em fevereiro. A bebê nasceu de fertilização com o esperma congelado do falecido marido, Ryan Cosgrove, que morreu há cerca de 10 anos.
A avó e a família acompanham o desfecho de um histórico de luta pela maternidade. Aviana nasceu em 5 de fevereiro, às 18h09, pesando 3,26 kg e medindo 50,8 cm. Laura disse à People que a experiência foi emocionante, com momentos de ansiedade e alegria. O filho permanece como legado do casal.
A ida à maternidade ocorreu após uma trajetória marcada por abortos espontâneos. Ryan congelou o esperma em 2007, e o casal tentou engravidar entre 2013 e 2014. Ryan morreu em abril de 2015 após um tumor cerebral. Em 2024, Laura iniciou o tratamento de fertilização in vitro e, em junho de 2025, recebeu o resultado positivo.
Detalhes do procedimento e acompanhamento
Laura relatou que a cesariana ocorreu no início da noite, devido a mudanças no planejamento da indução. A recuperação foi lenta, mas está sendo acompanhada por uma equipe médica dedicada e por familiares próximos.
Ela destacou que Aviana se parece com Ryan, o que reforça a percepção de manter vivo o legado dele. A atriz também ressaltou que o apoio de um acompanhante e de profissionais ao longo da experiência foi essencial para o bem-estar durante o parto.
Reprodução assistida e marco regulatório
A prática de reprodução assistida post-mortem, com autorização prévia do falecido para uso de material biológico, é regulamentada em diversos países, incluindo o Brasil. No Brasil, a prática pode ocorrer conforme diretrizes do Conselho Federal de Medicina.
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