- A cantora Céline Dion, 56, foi diagnosticada em dezembro de 2022 com a Síndrome da Pessoa Rígida, distúrbio neurológico raro que afeta o sistema nervoso.
- A doença provoca rigidez muscular extrema e espasmos dolorosos, que podem dificultar a caminhada e o uso das cordas vocais.
- Em maio de 2023, ela anunciou o cancelamento da turnê Courage World, com a expectativa de que talvez nunca mais faça turnê.
- O tema ganhou destaque no documentário Eu Sou: Céline Dion, que mostra momentos como uma convulsão da cantora.
- Ela realizou sua primeira apresentação após o diagnóstico na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
A cantora Céline Dion, 56, foi diagnosticada com a Síndrome da Pessoa Rígida em dezembro de 2022. Trata-se de um distúrbio neurológico que afeta o sistema nervoso, causando rigidez muscular e espasmos dolorosos.
Os espasmos dificultam atividades diárias, como caminhar e usar as cordas vocais. A artista informou, em vídeo no Instagram, que os episódios atingem várias áreas do corpo e impactam o dia a dia. O diagnóstico foi confirmado pela equipe de saúde da cantora e pela imprensa na época.
Em maio de 2023, Dion anunciou o cancelamento da turnê Courage World, citando a condição médica. Fontes próximas sinalizaram àCNN que a cantora provavelmente não voltaria a fazer turnês por enquanto.
O documentário Eu Sou: Céline Dion acompanha a luta da artista contra a doença, incluindo episódios de convulsões filmados durante a produção. Em cenas publicadas, Dion descreve sentimentos de constrangimento após os ataques.
A artista retornou aos palcos na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, marcando sua primeira apresentação desde o diagnóstico.
O que é a Síndrome da Pessoa Rígida
A Síndrome da Pessoa Rígida é um distúrbio raro que afeta o cérebro e a medula espinhal, levando a rigidez muscular extrema e espasmos no tronco e membros. Desencadeadores como ruídos e luz podem provocar espasmos intensos.
Dados da OMS apontam que a doença costuma surgir entre 40 e 60 anos. Movimentos involuntários não costumam ocorrer durante o sono e afetam pouco a musculatura facial.
Não há cura, mas tratamentos visam reduzir a gravidade dos sintomas e melhorar a qualidade de vida. As informações finais são de fontes médicas citadas pela imprensa especializada.
Com informações de Isabela Filardi, da CNN em São Paulo.
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