- A Justiça de Nova York rejeitou dez das treze acusações apresentadas por Blake Lively contra Justin Baldoni, mantendo o julgamento para maio.
- As acusações aceitas envolvem quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação; as de assédio sexual foram rejeitadas.
- O processo foi aberto em dezembro de 2024, após o filme É Assim que Acaba, em que os dois atuaram juntos, ter sido lançado.
- Lively usou os stories do Instagram para agradecer o apoio de fãs e dizer que luta contra a “retaliação digital”.
- Baldoni afirmou que resolveu as preocupações apresentadas e que teve o direito de contratar uma empresa de gerenciamento de crises; a atriz busca indenização não especificada.
Blake Lively, 38, teve 10 das 13 acusações rejeitadas pela Justiça de Nova York no processo movido contra Justin Baldoni, 42, e outros. A ação envolve alegações de assédio, difamação, invasão de privacidade e violação de leis de direitos civis relacionadas ao filme É Assim que Acaba, lançado em 2024.
A decisão federal indeferiu grande parte dos argumentos da atriz, incluindo acusações de assédio sexual durante as filmagens. As acusações aceitas no momento tratam de quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação, com julgamento previsto para maio.
Lively recorreu à plataforma para agradecer o apoio dos fãs e manifestar que luta contra a retaliação digital que também enfrentou. Ela afirmou que o caso permite que o tema seja apresentado a um júri no próximo mês.
O processo original, aberto em dezembro de 2024, envolve a Wayfarer, distribuidora do filme, e outros réus. A atriz pediu indenização não especificada, citando ambiente hostil durante a produção e tentativas de silenciá-la.
Baldoni alegou ter respondido às preocupações quando foram levantadas e afirmou ter direito de contratar uma empresa de gerenciamento de crises após críticas públicas de Lively. A defesa sustenta que as medidas foram tomadas para gerir críticas.
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