- Halle Bailey, 26, fala sobre a carreira e revela que Beyoncé foi presença fundamental em sua trajetória, apoiando as duas desde a versão de “Pretty Hurts” em 2014.
- Ela disse ao The Independent que o suporte de Beyoncé as deu confiança e as deixou entender que poderiam seguir com seus projetos.
- Halle também comentou a transição do duo Chloe x Halle para carreira solo e o otimismo com o crescimento pessoal e profissional de cada uma.
- Além da música, a atriz ganhou reconhecimento mundial por interpretar a princesa Ariel em A Pequena Sereia (live-action, 2023) e atua em Eu e Você na Toscana, ao lado de Regé-Jean Page.
- O filme, em que ela vive uma versão adulta de si mesma, estreia no Brasil em 14 de maio.
Halle Bailey, 26, falou sobre a própria carreira e a influência de Beyoncé, 44, em sua trajetória artística. A cantora contou que a diva surgiu como peça-chave ao acompanhar o dueto com a irmã Chloe Bailey e reconhecer seu trabalho desde 2014, quando fizeram a versão de Pretty Hurts.
Em entrevista ao The Independent, Halle descreveu o apoio de Beyoncé como transformador, afirmando que a reconhecida artista incentivou as próprias ideias e deixou que elas acontecessem. Ela exaltou a franqueza e a orientação recebida.
Apesar de ter seguido caminho solo, Halle ressaltou que a dupla Chloe x Halle continua presente em sua vida. Ela admite sentir saudade de trabalhar ao redor do estúdio em casa, mas celebra a independência profissional.
Trajetória musical e apoio de Beyoncé
A artista destacou que a parceria com a irmã foi o ponto de partida para sua maturação profissional, com a ajuda de Beyoncé atuando como mentora. A relação, segundo Halle, permanece de cuidado e incentivo.
Na atuação, Halle ganhou projeção mundial ao interpretar a princesa Ariel na versão live-action de A Pequena Sereia (2023). Atualmente, estrela o filme Eu E Você na Toscana, com Regé-Jean Page, no papel de uma versão adulta de si mesma.
O longa, uma comédia romântica ambientada nas colinas italianas, tem estreia marcada para 14 de maio no Brasil. Bailey comenta que o projeto reflete a sua fase atual, identificada como de transição para mulheres adultas.
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