- A Pepsi interrompeu o patrocínio do Wireless Festival, em Londres, marcado para ocorrer de 10 a 12 de julho, horas após anunciar Kanye West como atração principal.
- A Diageo, grupo responsável por marcas como Johnnie Walker e Captain Morgan, seguiu o exemplo e também deixou de patrocinar o festival.
- A parceria entre a Pepsi e o Wireless começou em 2015, sendo o evento oficialmente denominado “Pepsi MAX Presents Wireless”.
- O anúncio gerou críticas, inclusive do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que expressou preocupação com a contratação de Kanye West devido a declarações antissemitas e homenagens ao nazismo.
- Kanye West tem histórico de controvérsias desde 2022, com episódios envolvendo elogios a nazistas e Adolf Hitler, que resultaram na reação pública e na retirada de patrocinadores.
A Pepsi encerrou o patrocínio do Wireless Festival, programado para ocorrer em Londres entre 10 e 12 de julho, horas após anunciar que Kanye West, também conhecido como Ye, seria a atração principal. O rompimento encerra uma parceria de mais de uma década com a organização do evento.
A decisão foi comunicada por meio de um breve comunicado enviado a veículos de imprensa britânicos, sem mencionar nominalmente o artista. Em seguida, a Diageo também informou a retirada de seu patrocínio, ampliando a repercussão da controvérsia.
Controvérsia envolvendo Kanye West
A contratação de Kanye West gerou críticas públicas, incluindo intervenção do primeiro-ministro britânico. Starmer expressou preocupação com as declarações antissemitas do artista e sua associação ao nazismo, ressaltando a necessidade de combater o antissemitismo e assegurar a segurança da comunidade.
Kanye West tem histórico de episódios desde 2022, com declarações consideradas inadequadas sobre judeus e nazismo, além de ligações à venda de itens com símbolos ligados ao nazismo. Em uma retratação publicada no início deste ano, o rapper pediu desculpas por magoar pessoas e afirmou ter perdido o contato com a realidade.
Impacto e desdobramentos
A retirada de patrocínios pela Pepsi e pela Diageo evidencia pressão pública e corporativa sobre artistas com condutas conflitantes. O episódio mostra como decisões de marcas afetam grandes eventos culturais e a recepção de atrações em festivais de música.
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