- Paris Jackson, 28, acusa os controladores do espólio de usar a fortuna de Michael Jackson para promover difamação e pressionar judicialmente a herdeira.
- Ela afirma que John Blanca e John McClain a tratam com desdém e condescendência na Justiça, além de criticarem seu perfil público.
- Os controladores negam as acusações, dizem ter revertido uma dívida de US$ 500 milhões deixada pelo artista e garantem boa gestão financeira.
- Blanca e McClain afirmam que Paris se beneficiou de mais de US$ 65 milhões nos últimos anos, com possibilidade de ampliação no futuro.
- A disputa envolve acusações de uso irregular de parte da fortuna para questões burocráticas do espólio, incluindo contratação de escritórios de advocacia terceirizados.
Paris Jackson, filha de Michael Jackson, acusa os controladores da fortuna do pai de uso indevido de recursos do espólio. A disputa envolve acusações de difamação e gestão questionável do patrimônio. O conflito ganha repercussão midiática e judiciária nos últimos meses.
A herdeira alega que John Blanca e John McClain utilizam parte dos recursos para promover ataques contra ela, além de tratar a família com desdém na Justiça. Paris afirma ainda que a equipe jurídica estaria atrapalhando as decisões do tribunal.
Os executores, por sua vez, contestam as acusações, dizendo que não houve qualquer irregularidade nas contratações e operações do espólio. Eles afirmam ter reduzido uma dívida histórica de 500 milhões de dólares associada a Michael Jackson.
O que dizem os controladores
Blanca e McClain afirmam ter revertido dívidas significativas e garantido sustentabilidade financeira do espólio. Segundo eles, a gestão tem sido rigorosa e voltada à proteção do legado artístico e patrimonial.
Acusações de Paris e impactos
Paris Jackson sustenta que parte da fortuna é movimentada para custos processuais e consultorias terceirizadas. Ela aponta possíveis abusos na destinação de recursos para projetos legais e administrativos.
Contexto financeiro recente
Os controladores alegam que, nos últimos anos, a mãe de Paris e outras partes envolvidas teriam usufruído de valores superiores a 65 milhões de dólares, com potencial incremento futuro. O tema segue em tramitação judicial.
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