- A ativista Léo Áquilla manifestou-se publicamente na terça-feira, 7 de abril, após a morte do influenciador Carlos Filhar.
- Em vídeo, ela expressou dor e pediu respeito e empatia, pedindo que o público evite julgamentos e ataques durante o luto.
- Ela declarou que a morte não teve relação com homofobia, desmentindo rumores que circulavam.
- Léo Áquilla ressaltou a importância de tratar a saúde mental com seriedade, destacando a depressão como condição grave que exige cuidado e desestigmatização.
- Em tom simbólico, mostrou um arco-íris como homenagem e pediu respeito à família e ao ex-companheiro de Carlos Filhar, Arthur Borges, evitando ataques.
Vanity Brasil informa que o influenciador Carlos Filhar morreu recentemente, gerando repercussão nas redes. A ativista Léo Áquilla emitiu um pedido por respeito e empatia, em meio a mensagens de luto e incompreensão pública.
Na publicação de terça-feira, 7 de abril, Léo Áquilla revelou estar profundamente abalada com a notícia. Ela pediu que o público não emita julgamentos ou ataques durante o momento de dor, e destacou a importância de apoio às famílias.
A ativista também esclareceu que a morte de Carlos Filhar não teve relação com homofobia, desmentindo narrativas que circulavam. Ela enfatizou a necessidade de tratar a depressão com seriedade e sem estigmas.
Apelo por saúde mental e respeito
Léo Áquilla reforçou a importância de conversar sobre saúde mental de forma responsável. Ela descreveu a depressão como condição grave que exige cuidado contínuo e apoio da sociedade.
Em tom simbólico, a ativista mencionou o aparecimento de um arco-íris como homenagem ao influenciador. Ela pediu que o público mantenha silêncio e respeito, especialmente em relação à família e ao ex-companheiro de Carlos Filhar, Arthur Borges.
A mensagem central foi a de evitar ataques na internet. Segundo a ativista, não é momento para agressões ou desinformação, e a empatia deve prevalecer diante da perda e da dor alheia.
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