- Stênio Garcia nega visita de oficial de justiça, mas documento oficial comprova que o representante esteve no imóvel.
- A ação envolve a restituição da posse do apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro, que o ator alega ser de usufruto dele.
- Quem atendeu a porta foi Clarice Piovesan, ex-mulher de Stênio e mãe das filhas Gaya e Cássia, que afirma que as filhas não moram mais lá.
- Clarice diz que vive no apartamento há pelo menos vinte anos.
- Stênio move processo contra as filhas para recuperar a posse e sustenta abandono afetivo e material, além de direito ao usufruto vitalício.
Stênio Garcia nega que tenha sido visitado por um oficial de justiça, mas documento oficial aponta o contrário. O caso envolve o ator, que move ação contra as duas filhas para recuperar a posse de um apartamento no Rio de Janeiro, alegando usufruto vitalício.
Segundo apuração, uma oficial de justiça foi ao imóvel em Ipanema, área nobre da cidade, para cumprir uma diligência vinculada ao processo. A visita ocorreu no local apontado pelo artista como de seu usufruto.
Quem atendeu a porta foi Clarice Piovesan, ex-mulher de Stênio e mãe das herdeiras Gaya e Cássia. Ela afirmou que as filhas não moram no apartamento há muito tempo e que ela própria reside no imóvel há cerca de 20 anos.
Clarice disse ainda que não houve mudança recente na ocupação do imóvel, mantendo a residência sob sua responsabilidade. As versões de Clarice contrastam com a narrativa do ator, que alega abandono e direito ao usufruto vitalício.
A jornalista Fábia Oliveira descreve que Stênio Garcia alega abandono afetivo e material por parte das filhas, justificando a ação para retomada da posse do imóvel. O documento que comprova a diligência permaneceu em mãos da imprensa até o momento.
Stênio Garcia não comentou publicamente sobre o desenrolar da diligência, mas a defesa do ator sustenta que o imóvel continua sob direito de usufruto por parte dele. O processo tramita na Justiça e envolve disputas familiares.
A reportagem entrou em contato com a assessoria das envolvidas, mas não houve retorno até o fechamento deste texto. Novos desdobramentos devem esclarecer a ocupação do imóvel e os próximos passos legais.
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