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Andra Day vence ex-gerente, processo por furto civil avança

Vitória parcial de Andra Day: ação de furto civil avança após alegação de desvio de $575,486, deixando-a em ruína financeira

Andra Day in Los Angeles, California on December 18, 2025.
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  • Andra Day ganhou uma vitória judicial para seguir com a acusação de furto civil contra o ex-gerente Jeffrey Evans, alegando que ele desviou $575.486 de suas receitas de publicação e master.
  • A juíza de Los Angeles negou o pedido de Evans para excluir a homenagem central da ação, permitindo que a alegação avance.
  • Day moveu a ação em sete de outubro de dois mil e vinte e cinco, cerca de seis meses após enviar ao ex-gerente uma carta afirmando que ele devia ao menos $1,6 milhão em fundos roubados.
  • Evans protocolou uma contranação em seis de outubro de dois mil e vinte e cinco, dizendo ter direito a comissões de gravações e composições anteriores a uma revisão contratual de dois mil e dezoito.
  • O caso foi consolidado e uma conferência de definição de prova está marcada para vinte e cinco de junho, em Los Angeles.

Andra Day obtém vitória parcial em ação por suposto desvio de verbas contra ex-gerente. A cantora busca US$ 1,6 milhão em pagamentos não recebidos e contesta que o gerente sugou US$ 575.486 de receitas de publicação e de gravações originais.

Em decisão de quatro páginas, o juiz da comarca de Los Angeles rejeitou a tentativa de Jeffrey Evans de excluir a alegação central de “roubo civil” na ação de quebra de contrato. A Justiça entendeu que Day apresentou indícios suficientes para manter a acusação. Também negou a tentativa de barrar danos em tríplo pagamento.

Segundo o processo, Day afirma que os contratos com Evans, BassLine Management e Buskin Entertainment, foram exploratórios e expiraram em 30 de junho de 2023. Day abriu a processo em 7 de outubro de 2025; Evans abriu ação própria em 6 de outubro de 2025, contestando comissões sobre obras anteriores a uma revisão de 2018.

Desdobramentos legais

A corte confirmou que Evans reconheceu, em documento apresentado em dezembro, ter retido indevidamente parte dos valores de Day e que se comprometeu a devolver o dinheiro. O magistrado destacou que, neste estágio, a alegação de Day de que houve apropriação permanente é plausível.

A ação de Day também aponta que o atraso na cobrança foi evitado por uma nova defesa contratual, e que, conforme a reclamação, a gerente falhou em repor os recursos, levando Day a enfrentar dificuldades financeiras, inclusive risco de despejo e atraso no pagamento de dívidas.

Os dois processos foram reunidos sob a jurisdição do juiz Esbenshade, em Los Angeles. Uma conferência para definição de prazos de instrução está marcada para 25 de junho.

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