- O Rio Fashion Week acontece entre 15 e 18 de abril no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, reunindo cerca de vinte marcas nacionais em desfiles e ações paralelas.
- O projeto é viabilizado pela IMM Esporte e Entretenimento, liderada pelo carioca Alan Adler, que adotou a filosofia pé no chão para sustentar o evento.
- A expectativa é movimentar mais de R$ 200 milhões, gerar cerca de oito mil empregos e trazer até R$ 1 bilhão em mídia espontânea para o Rio.
- Participam nomes consolidados da moda brasileira, como Patricia Viera, Osklen, Lenny e Blueman, além de jovens talentos como Airon Martin (Misci) e Karoline Vitto.
- O objetivo é aproximar o público da moda carioca, ampliar a interação social e apresentar o Rio ao mundo, transformando o Porto Maravilha em um hub de encontros, desfiles e negócios.
O Rio Fashion Week voltou com força ao calendário da moda da cidade após oito anos sem uma edição relevante. O evento, promovido pela IMM Esporte e Entretenimento, foi anunciado oficialmente em dezembro pelo prefeito Eduardo Paes e ocorreu de 15 a 18 de abril no Porto Maravilha.
A organização ficou a cargo de Alan Adler, carioca e CEO da IMM, que conduziu a viabilização do projeto. Adler afirmou que a ideia só ganhou forma após entendimentos com a secretaria municipal de turismo e avaliou que o formato precisa ser viável economicamente para sustentar a iniciativa.
O festival reuniu vinte marcas brasileiras, combinando nomes consagrados e jovens talentos. Entre os convidados, compradores, imprensa nacional e internacional puderam acompanhar desfiles e participar de atividades paralelas.
O Rio Fashion Week ocorreu em um espaço público revitalizado no Porto Maravilha, com foco em proximidade entre público e marcas. O objetivo é consolidar a cidade como hub de moda, conectando criadores, consumidores e profissionais.
A programação incluiu desfiles, festas, ativações pela cidade e sessões de negócios com palestrantes internacionais. Ingressos foram vendidos a partir de R$ 50 e já estavam esgotados antes da abertura.
Entre as marcas, nomes reconhecidos como Patricia Viera, Osklen, Lenny e Blueman compuseram o lineup, ao lado de jovens coletivos como Airon Martin, da Misci, e Karoline Vitto, referência de Londres. A variedade buscou equilibrar estilo carioca e visão global.
Alan Adler destacou que o objetivo não é trazer marcas internacionais de alto custo, mas projetar o Rio para o cenário mundial de forma sustentável. A ideia é ampliar a visibilidade da moda local sem comprometer a viabilidade financeira.
O empresário enfatizou que o evento tem potencial para impulsionar a economia criativa da cidade, com estimativas da Prefeitura indicando movimentação superior a R$ 200 milhões e geração de até 8 mil empregos diretos.
Além de desfiles, o Rio Fashion Week aposta em sessões de negócios, palestras internacionais e atividades de lazer para o público. A expectativa é ampliar a reputação do Rio e estimular negócios locais e nacionais.
Para Adler, o destaque vai além da passarela: o impacto está na revitalização do espaço urbano, na interação entre marcas e público e no retorno positivo para a autoestima dos moradores e da indústria local.
A Prefeitura aponta ainda que o festival pode gerar até R$ 1 bilhão em mídia espontânea para a cidade, fortalecendo a imagem do Rio como polo criativo. A gestão municipal promete acompanhar resultados e impactos econômicos do evento.
O Rio Fashion Week permanece como uma aposta para transformar o cenário da moda local, buscando sustentabilidade, identidade regional e projeção internacional, com foco na qualidade e na viabilidade de longo prazo.
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