- A casa de Judi Dench em Surrey ocupa 2,4 hectares (cerca de seis acres) e abriga cerca de cem árvores, formando um arboreto que homenageia pessoas falecidas.
- Cada árvore tem significado pessoal; por exemplo, um carvalho jovem foi plantado em memória de seu marido, Michael Williams, falecido em 2001.
- A propriedade inclui uma piscina no gramado, usada pela família para nadas regulares, e um jardim branco criado em memória do marido, com lilases brancas perfumadas.
- Há um bosque memorial com mais de 100 árvores, cada uma lembrando alguém que a atriz perdeu ao longo da vida.
- O lago e a vida selvagem do jardim acolhem patos, lontras de água, cervos, coelhos e uma lontra; a cenoura de alho silvestre perfuma o espaço e deve florescer em poucas semanas.
Em Surrey, o jardim de Dame Judi Dench funciona como uma memória viva. Com cerca de 2,4 hectares, abriga cerca de 100 árvores, formando um arboreto particular repleto de trilhas, um velário de lembranças e uma lagoa que atrai vida selvagem. Cada elemento remete a pessoas que passaram pela vida da atriz.
A relação do espaço com a família é evidente. Um carvalho jovem, enviado pela filha Finty e pelo neto Sammy em comemoração de um aniversário de casamento, representa o casal Dench Williams. A árvore, antes um simples galho, já apresenta botões na ponta.
A piscina do gramado reúne todos os membros da família, que costumam nadar juntos. Dench pratica natação com frequência, destacando o uso quase diário do espaço para lazer.
O jardim branco e a presença do marido
Uma área de flores brancas foi criada pelo marido da atriz, que posou como inspiração para esse setor do jardim. Além da estética, as lilás brancas perfumadas são as favoritas de Dench e marcam a memória do companheiro ausente.
O bosque memorial
O terreno reserva ainda um corredor de árvores que funciona como memorial. Cada exemplar tem uma história ligada a pessoas queridas. Entre elas, magnólias associadas a amigos da família e a ideia de que a presença de quem partiu permanece no espaço.
A atriz descreve o jardim como um lugar de reconhecimento de perdas ao longo da vida. Além das árvores, o conjunto soma mais de 100 referências a pessoas que já se foram, compondo uma paisagem de saudade e continuidade.
Lagoa e fauna
A lagoa abriga uma significativa fauna local, com lontras, lontras-das-ribeiras, cervos, coelhos e uma extensa população de patos. Dench ressalta o encanto de observar os animais que visitam o espaço.
Alegria pelo garlic selvagem
O jardim é marcado por um tapete de alho-poró selvagem que, em breve, se transforma em um manto de flores brancas. A protagonista menciona o cheiro marcante do plantio e o orgulho de ver a área florescer.
Figura de Queen Victoria
Entre as atrações está uma estátua de Queen Victoria, retirada de um set de filmagem. A peça permanece em posição discreta, em meio às plantas, mantendo-se reservada.
Evitando tarefas diretas de jardinagem
Dench não realiza a jardinagem devido a uma fobia de vermes. Um jardineiro contratado cuida do espaço, mantendo a ordem e a beleza do local, que funciona como refúgio pessoal.
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