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Charlize Theron relembra a morte do pai, causada pela mãe em legítima defesa

Charlize Theron relembra morte do pai, baleado pela mãe em legítima defesa; atriz atua como porta-voz de causas feministas e LGBTQIA+

Charlize Theron na première de 'Velozes e Furiosos 10', em Roma, na Itália
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  • Charlize Theron relembra a morte do pai, morto pela mãe em legítima defesa, quando tinha 15 anos, em uma entrevista ao New York Times.
  • O pai era alcoólatra e submetia a família a situações de perigo; a mãe acabou atirando para protegê-las.
  • A família vivia na África do Sul durante o Apartheid; Theron passou por violência e turbulência do período.
  • Aos 16 anos, Theron mudou-se para a Itália, iniciou a carreira como modelo e, posteriormente, tornou-se ativista de causas feministas e LGBTQIA+.
  • Hoje, a atriz venceu o Oscar por Monster e prepara-se para o filme Apex, que chega à Netflix em 24 de abril.

Charlize Theron relembra a morte do pai, ocorrida quando tinha 15 anos, em um caso de legítima defesa atribuída à mãe. A atriz sul-africana explicou à imprensa que o episódio ocorreu durante a infância na África do Sul, em meio às tensões do Apartheid.

Segundo Theron, o pai era alcoólatra e exercia pressão e ameaças que colocavam a família em situação de risco. A narrativa descreve uma manhã em que a família retornou de um cinema e encontrou os portões trancados, sinalizando um momento de tensão que culminou na ocorrência de disparos dentro de casa.

A mãe da atriz teria reagido ao ter acesso ao cofre onde guardava uma pistola, acabando por matar o marido para impedir novas agressões. Theron afirma que a violência doméstica era comum naquele lar e que a trama familiar refletia o ambiente social do país na época.

A infância ocorreu em uma fazenda, onde Theron cresceu sob o regime de segregação racial que marcava o país. Ela descreve cenas de violência que presenciaram durante aquele período, ressaltando o impacto da violência na vida das mulheres.

Com 16 anos, Theron deixou a África do Sul para morar na Itália, dando início à carreira de modelo que abriu portas para sua atuação em filmes de destaque a nível internacional. O relato recente integra um itinerário que também inclui ativismo humanitário e defesa de causas feministas e LGBTQIA+.

Premiada com o Oscar por Monster, Theron consolidou-se como referência no cinema global. Além de atuar, a atriz desenvolve trabalhos voltados à prevenção do HIV, participação em programas da ONU e promoção de direitos humanos.

A artista prepara o lançamento de Apex, suspense em que interpreta uma alpinista sob perseguição de um assassino, com atuação de Taron Egerton. O filme chega ao catálogo da Netflix em 24 de abril, ampliando a presença de Theron em produções de alto perfil.

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