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IA pode substituir o trabalho de Chalamet, diz Theron, mas não o balé

Charlize Theron afirma que IA pode substituir o trabalho de Timothée Chalamet, mas não bailarinos no palco ao vivo, destacando o valor das artes ao vivo

A atriz afirma que a inteligência artificial pode substituir atores, mas não os bailarinos
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  • Charlize Theron reagiu à fala de Timothée Chalamet sobre desinteresse do público por ópera e balé, chamando o comentário de irresponsável.
  • Ela disse que, em dez anos, a inteligência artificial poderá fazer o trabalho de Chalamet, mas não substituirá uma pessoa em palco dançando ao vivo.
  • Theron definiu como essencial valorizar as artes ao vivo, inclusive opera e balé, mesmo diante de dificuldades enfrentadas por essas formas de expressão.
  • A atriz relembrou sua própria experiência com dança, destacando o alto nível de exigência e a dificuldade física da prática.
  • Ela ressaltou os impactos físicos da rotina de treinamentos, incluindo infecções no sangue por bolhas que não cicatrizavam.

Charlize Theron rebate a fala de Timothée Chalamet sobre o interesse do público por ópera e balé, dizendo que a inteligência artificial pode substituir o trabalho dele, mas não o balé. A atriz respondeu em entrevista ao The New York Times, destacando a importância das artes ao vivo e criticando a definição do colega sobre o tema.

Theron afirmou que a declaração de Chalamet é irresponsável ao tratar duas formas de arte que precisam de valorização constante. Segundo ela, embora haja desafios, em uma década a IA poderá reproduzir parte do trabalho técnico, mas não a presença de quem dança ao vivo em palco.

A atriz também comentou sua própria relação com a dança, ressaltando o alto nível de exigência da prática. Theron descreveu o que é necessário para bailarinos, incluindo o impacto físico da rotina de treinos e as dificuldades enfrentadas, como feridas que não cicatrizam rapidamente.

Visão sobre a dança e o palco ao vivo

Durante a entrevista, Theron reforçou que a dança exige preparo extremo e mencionou situações de saúde vivenciadas pela própria experiência no palco, enfatizando a singularidade de performances ao vivo frente ao público. A conversa aborda, ainda, o papel das artes performativas na cultura contemporânea e as pressões enfrentadas pelos artistas.

Fonte: entrevista ao The New York Times.

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