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Tadeu Schmidt desabafa após morte do irmão

Tadeu Schmidt abre o jogo sobre a morte do irmão Oscar Schmidt e diz que resgataria mais momentos entre eles

Tadeu Schmidt dá depoimento após morte do irmão, Oscar Schmidt
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  • Tadeu Schmidt abriu o coração sobre o irmão Oscar Schmidt em entrevista ao Fantástico, neste domingo.
  • Ele disse que não lida bem com a morte e que “odeia a morte”, ao falar sobre a perda de Oscar.
  • Tadeu relembrou as fotos em que Oscar aparece ao lado do irmão caçula e contou que passou a ser mais próximo dele na vida adulta.
  • O apresentador afirmou que resgataria mais momentos com Oscar e com o irmão do meio, Felipe, destacando que os encontros eram raros e especiais.
  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos na sexta-feira, 17 de maio, sendo lembrado como uma lenda do basquete brasileiro, conhecido como “Mão Santa”.

Tadeu Schmidt abriu o coração ao falar do irmão Oscar Schmidt no Fantástico deste domingo. O apresentador revelou que não lida bem com a morte e que a perda marca o encerramento de uma história familiar, com lembranças de Oscar moldando a sua vida.

Schmidt explicou que a memória de Oscar, retratada nas fotos como o atleta gigante ao lado do irmão mais novo, permanece presente desde a infância. Ele contou que, ao crescer, passou a ser visto como irmão de fato do veterano atleta, com longas conversas e momentos de convivência.

O apresentador também destacou a importância de encontros com os irmãos quando possível, destacando a personalidade carismática de Oscar e o quanto ele era capaz de compartilhar histórias impactantes. O relato evidencia a falta que os encontros deixaram.

Se pudesse, Tadeu afirmou que resgataria mais momentos com os dois irmãos, ressaltando que a vida levou a distância entre eles. Ele mencionou passagens em que Oscar jogava em São Paulo e depois na Itália, lembrando que os encontros eram raros, mas sempre memoráveis.

Mão Santa

Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos na sexta-feira passada. Conhecido como Mão Santa, ele eternizou a camisa 14 pela seleção brasileira e por clubes, marcando uma trajetória histórica no esporte.

Considerado um dos maiores nomes do basquete mundial, Oscar teve atuação proeminente tanto na seleção quanto em clubes no Brasil e na Europa, especialmente na Itália, deixando um legado de conquistas e gols decisivos.

A ausência de Oscar é sentida no basquete nacional, onde sua contribuição é reconhecida pela imprensa e por fãs. A trajetória dele é lembrada como referência de desempenho e longevidade no esporte.

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