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Ex-funcionária processa Kylie Jenner por intolerância religiosa e discriminação

Ex-funcionária processa Kylie Jenner por intolerância religiosa e discriminação, alegando assédio prolongado e danos morais após demissão em agosto de 2025

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • Ex-funcionária Angelica Vasquez processa Kylie Jenner em Los Angeles, acusando intolerância religiosa e discriminação por nacionalidade durante o emprego em uma das mansões da empresária.
  • Vasquez começou a trabalhar em setembro de 2024, inicialmente na propriedade de Beverly Hills, sendo transferida para Hidden Hills uma semana depois, onde relata ambiente hostil.
  • Alega assédio constante pela governanta-chefe Patsy, por Elsi e por outros membros da equipe, com menosprezo e humilhação em função de raça, nacionalidade e crenças religiosas.
  • Diz ter ouvido comentários depreciativos sobre católicos e enfrentado intimidação relacionada à situação imigratória, incluindo menções a possível deportação; afirma ter desenvolvido sintomas de transtorno de estresse pós-traumático e pediu demissão em agosto de 2025.
  • Pedido inclui indenização por salários não pagos, danos morais e danos punitivos; Jenner é ré, mas as acusações envolvem principalmente a equipe, sem manifestação pública até o momento.

A ex-funcionária Angelica Vasquez ingressou com um processo contra Kylie Jenner, cuja ação foi protocolada na semana passada em Los Angeles, Califórnia. A acusação aponta assédio, intolerância religiosa e discriminação por nacionalidade durante o período em que Vasquez trabalhou em uma das mansões da empresária.

Vasquez afirma ter iniciado o emprego em Beverly Hills, transferindo-se uma semana depois para a residência em Hidden Hills. Segundo a denúncia, o ambiente de trabalho tornou-se hostil assim que chegou, com tratamento de hostilidade e exclusão desde o início.

A ex-funcionária descreve assédio severo e constante por parte da governanta-chefe, Patsy, e de outra mulher chamada Elsi, além de outros membros da equipe. Ela relata humilhação na frente de colegas por motivos de raça, nacionalidade e crenças religiosas, com supostos comentários depreciativos sobre católicos e ameaças relacionadas à imigração.

Vasquez sustenta ter desenvolvido sintomas compatíveis com transtorno de estresse pós-traumático e pediu demissão em agosto de 2025, após reclamações administrativas não atendidas. Ela busca indenização por salários não pagos, danos morais e danos punitivos para responsabilização e prevenção de futuras ocorrências.

Fontes próximas a Jenner afirmam que Vasquez atuava como auxiliar de limpeza e apresentava problemas de assiduidade, entre outras questões de desempenho. Embora Jenner figure como ré, as acusações, segundo as informações disponíveis, envolvem principalmente a equipe e não a empresária. A ré não se pronunciou publicamente até o momento.

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