- Pedro Espíndola não vai ao reencontro do BBB 26, sendo o único ausente por estar internado em clínica de reabilitação e por responder a investigação de importunação sexual contra Jordana Morais.
- O caso envolve acusação de importunação sexual durante o confinamento; as imagens não foram exibidas e ele pediu a desistência, o que, segundo o apresentador Tadeu Schmidt, ocorreria ao vivo.
- A Globo costuma excluir participantes desclassificados de eventos pós-confinamento, mas, neste BBB 26, convidou expulsos para o reencontro, mantendo Pedro como exceção devido à investigação em andamento.
- Pedro ajuizou ação na Justiça contra a Globo pedindo 4,2 milhões de indenização por quebra de contrato, danos morais e materiais, além de anulação da rescisão; a defesa cita também Ana Maria Braga, mas não pretende processá-la individualmente, enquanto a emissora cobra 1,5 milhão por suposta violação de confidencialidade.
- Dias após receber alta, Pedro foi visto em barbearia de Curitiba em situação de confusão que resultou em agressão; há versões diferentes sobre o que motivou o incidente, e ele passou por avaliação médica e ajuste de medicação.
Pedro Espíndola ficará de fora do reencontro do BBB 26. O ex-participante está internado em clínica de reabilitação e é alvo de investigação por importunação sexual contra Jordana Morais. O BBB 26 final reúne quase todos os ex-participantes, com exceção dele.
Pedro foi acusado de importunação sexual envolvendo Jordana no início do confinamento. As imagens não foram ao ar no pay-per-view. Em seguida, ele pediu desligamento do programa, ocorrendo em momentos ao vivo conforme explicou o apresentador Tadeu Schmidt na época.
A Globo costuma excluir participantes condenados por infrações graves de eventos pós-confinamento. O regulamento do programa prevê a perda de direitos para quem é desclassificado por quebra de regras sérias, incluindo reencontros.
No BBB 26 a edição convidou Paulo Augusto, Sol Vega e Edilson Capetinha para o reencontro final, diferente da prática anterior. A única exceção foi Pedro Espíndola, porque ele responde a inquérito policial e a uma vítima entre os finalistas da edição. Em fevereiro, ele foi indiciado pela polícia.
Guerra judicial
Fora da casa, Pedro abriu nova frente: a Justiça. Em março, advogados dele ajuizaram uma ação na Justiça do Paraná contra a Globo, solicitando 4,2 milhões de reais por danos morais, materiais e quebra de contrato, além da anulação da rescisão do vínculo com o reality. A defesa afirma que a emissora sabia de questões psiquiátricas e não ofereceu apoio adequado.
O processo cita ainda uma fala da apresentadora Ana Maria Braga no Mais Você, associando a crítica institucionalmente ao caso. A defesa afirma que a fala contribuiu para violência de imagem contra Pedro, sem que haja prejuízo individual à apresentadora. Os advogados dizem que Ana Maria é uma “questão da Globo” e não alvo de ação individual.
Paralelamente, a Globo moveu cobrança de 1,5 milhão contra Pedro por suposta violação de cláusulas de confidencialidade. A defesa do ex-BBB contesta a multa e pleiteia direito de resposta em grandes telejornais da emissora, incluindo o Jornal Nacional.
Confusão em barbearia
Pouco tempo após alta, imagens de uma barbearia em Curitiba mostraram Pedro envolvido em confusão que terminou em agressão. O dono do estabelecimento afirmou que o ex-BBB não pagou o que consumiu, acendeu um cigarro na presença de crianças e ficou sem camisa, desrespeitando pedidos.
A defesa sustenta que Pedro estava acompanhado de um amigo e foi confrontado por alguém que o reconheceu. Inicialmente a defesa disse que não era ele nas imagens, mas depois confirmou a identificação. Pedro passou por avaliação médica e recebeu ajuste de medicação, com monitoramento de cinco dias.
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