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Laís Caldas tem pubalgia no final da gestação; entenda a condição

Laís Caldas enfrenta pubalgia na reta final da gestação, com dor intensa que exige reabilitação e pode evoluir para quadro crônico

Foto colorida de Laís Caldas e Gustavo Marsengo - Metrópoles
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  • Laís Caldas, ex-participante do BBB 22, está no fim da gestação e enfrenta pubalgia, dor na região do púbis e virilha.
  • O diagnóstico foi confirmado durante a gravidez, com o estágio quatro da doença, que tem limitado atividades diárias.
  • A pubalgia ocorre por desequilíbrio entre músculos adutores do quadril e reto abdominal, piorando com movimentos como virar na cama ou caminhar.
  • O tratamento depende de reabilitação e ajuste muscular; sem manejo, pode tornar-se crônico e afetar joelhos e coluna.
  • O ortopedista Isaías Chaves ressalta que a dor pode aparecer na prática clínica por causas de sobrecarga muscular ou mobilidade reduzida, com diagnóstico principalmente clínico e, se necessário, uso de ressonância magnética.

Laís Caldas, ex-participante do BBB 22, enfrenta pubalgia no fim da gestação. Em relato nas redes, a médica descreveu dor intensa ao realizar movimentos simples. O quadro tem limitado sua rotina enquanto aguarda a primeira filha.

A gestação, com o apoio de Gustavo Marsengo, inclui peso extra e mudanças na pelve. A pubalgia surge pela sobrecarga de tendões e músculos na região do púbis, agravando atividades como virar na cama e andar.

O diagnóstico envolve avaliação clínica e pode receber apoio de exames de imagem. Especialista observa que a dor decorre de desequilíbio entre músculos adutores e reto abdominal, com possível evolução para lesões em outras articulações se não tratada.

O diagnóstico e as causas

A pubalgia é caracterizada por dor na virilha e região pélvica. Gatilhos comuns na gravidez incluem o peso do bebê e a frouxidão dos ligamentos. Sintomas podem incluir fisgadas e rigidez ao mover as pernas.

Tratamento e perspectivas

O tratamento foca em reabilitação e equilíbrio muscular, com duração prevista entre 6 e 12 semanas. Caso não tratado, pode tornar-se crônico, afetando coluna e joelhos, ressaltam especialistas. A orientação é manter acompanhamento médico.

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