- Nicole Kidman, 58, diz ter o perfil ideal para atuar como «doula da morte», acolhendo pacientes em fase terminal e seus familiares.
- Ela vem estudando a área após a experiência com a mãe, Janelle Ann Kidman, que faleceu em setembro de 2024, aos 84 anos.
- Em evento HISTORYTalks, a atriz explicou que a função envolve presença imparcial para aliviar sofrimento, oferecer conexão e cuidado.
- Kidman aponta que doulas da morte são uma grande necessidade diante do aumento da expectativa de vida, da solidão de pacientes e de cuidados paliativos.
- Na palestra na Universidade de San Francisco, comentou que o conceito surgiu ao perceber que poderia haver pessoas para oferecer consolo imparcial quando a família não consegue, com a própria experiência da perda.
Nicole Kidman afirma ter perfil adequado para atuar como doula da morte e busca preparar-se para apoiar pacientes em fim de vida e as famílias. A cantora de cinema revelou o interesse após dividir a experiência com a irmã no falecimento da mãe, Janelle Ann Kidman, em setembro de 2024, aos 84 anos.
A atriz de 58 anos explicou sentir a função como acolhimento imparcial durante a etapa final da vida. Em evento HISTORYTalks, no fim de semana, ela ressaltou que a atuação envolve presença, empatia e respeito, sem tomar partido.
A motivação surgiu da observação durante a despedida da mãe. Kidman disse que um apoio neutro pode reduzir o sofrimento e fortalecer vínculos entre pacientes e famílias, especialmente em cuidados paliativos, diante da maior longevidade e da solidão que alguns enfrentam.
Contexto e motivação
Segundo a reportagem da Variety, a atriz mencionou o tema durante uma palestra na Universidade de San Francisco, nos EUA. Ela relatou que, na passagem da mãe, a família queria cuidar, mas havia limitações, o que a levou a imaginar profissionais dedicados a oferecer conforto.
Kidman afirmou que pretende desenvolver conhecimentos na área como parte de uma expansão pessoal. A atriz menciona que o papel pode ajudar pessoas em fases delicadas, proporcionando compreensão, presença e apoio emocional.
Aos 58 anos, a artista reforçou que a ideia não envolve reducionismo do tratamento, mas complementar o cuidado qualificado com foco humano. O objetivo é facilitar momentos de transição com dignidade e menos sofrimento. O tema ganha relevância diante de debates sobre fim de vida.
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