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Hulk Hogan consumiu fentanil suficiente para matar um cavalo após divórcio

Hulk Hogan relata consumo extremo de fentanil após o divórcio, destacando dor intensa e dependência que afetaram sua saúde

Hulk Hogan speaks on stage at the Republican National Convention on July 18, 2024 in Milwaukee, Wisconsin
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  • Em entrevista gravada antes de sua morte, Hulk Hogan revelou consumo excessivo de fentanyl para lidar com dores durante a passagem pela Total Nonstop Action Wrestling em 2009.
  • Ele descreveu uso intenso de fentanyl, incluindo comprimidos, adesivos e balas, conforme relatório da docussérie Hulk Hogan: Real American.
  • O ex-wor wrestler estava recém separado de Linda Hogan e, aparentemente sem suporte financeiro, aceitou contrato com a TNA Wrestling para suprir necessidades profissionais.
  • O ex-executivo Eric Bischoff afirmou que Hogan enfrentava fortes dores, uso de medicamentos e até consumo de vodka diário durante esse período.
  • Hogan faleceu de infarto do miocárdio em casa, em Clearwater, Flórida; registros médicos apontaram histórico de fibrilação atrial e leucemia linfocítica crônica.

Hulk Hogan revelou, em entrevista final gravada antes de sua morte, o consumo excessivo de fentanyl após retornar ao wrestling na TNA em 2009. A revelação veio na docuseries da Netflix Hulk Hogan: Real American, que aborda os anos de luta do wrestler.

Segundo a narrativa da série, Hogan enfrentava dores intensas durante as gravações do programa e recorreu a opioides para lidar com o efeito físico das atividades. O material exibido detalha o uso de altas dosagens de fentanyl, administradas de forma contínua para tentar controlar a dor.

A participação de Eric Bischoff é apresentada como importante para a assinatura do contrato com a TNA Wrestling. Bischoff também relata a situação pessoal de Hogan na época, marcado pela separação conturbada da esposa Linda Hogan e pela pressão financeira decorrente do divórcio.

O divórcio, apontado como fator de estresse, é citado como parte do contexto que levou Hogan a depender de medicamentos. As informações indicam que a relação familiar se deteriorou, com Hogan buscando apoio em meio a dificuldades físicas e emocionais.

Hogan faleceu aos 71 anos em julho de 2025, vítima de infarto agudo do miocárdio em sua residência, em Clearwater, Flórida. Registros médicos citados pela reportagem mencionam histórico de fibrilação atrial e leucemia linfocítica crônica.

A série documenta ainda que Hogan enfrentava complicações de saúde já havia sido diagnosticado com condições cardíacas anteriores, agravando o panorama de sua saúde durante os anos de maior exposição pública. A produção mantém o foco em fatos divulgados pela família e por envolvidos próximos.

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