- Juliano Cazarré anunciou o evento “O Farol e a Forja”, em São Paulo, com palestras ao longo de três dias voltadas à masculinidade, paternidade, empreendedorismo e vida espiritual.
- O ator afirma que o objetivo é criar o “maior encontro de homens do Brasil” para quem não se sente no controle ou está enfraquecido.
- A proposta gerou críticas de famosos, como Maeve Jinkings, Julia Lemmertz, Betty Gofman, Marjorie Estiano e Paulo Betti, entre outros.
- Os críticos destacaram preocupações sobre o discurso do evento e a manutenção de papéis de gênero, pedindo reflexão sobre impactos sociais.
- Em entrevista ao Estadão, Cazarré falou sobre sua relação com a fé e a espiritualidade, dizendo ter passado por um período de afastamento da religião e, posteriormente, retomado a crença em Deus.
Juliano Cazarré, aos 45 anos, anunciou em seu Instagram um evento chamado “O Farol e a Forja” em São Paulo, com três dias de palestras sobre masculinidade, paternidade, empreendedorismo e vida espiritual. A proposta, segundo ele, é fortalecer homens que se sentem enfraquecidos e fora de controle.
O ator revelou que haverá médicos, empresários, atletas e outros líderes como palestrantes, e afirmou buscar o que chamou de “maior encontro de homens do Brasil”. O objetivo declarado é discutir papéis de pai e homem em uma sociedade que, segundo ele, enfraquece o público masculino.
Para divulgar a iniciativa, Cazarré usou uma sequência de publicações no Instagram, destacando que muitos homens enfrentam cobranças e rotinas intensas no dia a dia, e que o encontro busca enfrentar esse sentimento de desconforto e perda de controle.
Repercussões e posicionamentos de famosos
Diversos colegas reagiram aos relatos de Cazarré nos comentários de uma publicação: Maeve Jinkings, Julia Lemmertz, Betty Gofman, Marjorie Estiano e Paulo Betti criticararam a abordagem do ator. As reações foram descritas como críticas a uma visão de masculinidade.
Maeve Jinkings afirmou que não é novo o discurso defendido, pediu reflexão e destacou impactos sociais. Marjorie Estiano disse que a pauta reproduz discursos já difundidos que, segundo ela, afetam mulheres diariamente. Betti classificou o tom como narcisista.
Guta Stresser também criticou a iniciativa, citando a fé cristã e pedindo cuidado com associações religiosas. As mensagens destacaram a necessidade de dialogar com responsabilidade e evitar discursos que possam gerar desinformação ou hostilidade.
Em entrevista ao Estadão, Cazarré comentou sua relação com espiritualidade e fé, mencionando uma transição de crenças ao longo da vida e afirmando ter buscado entender a existência de uma ordem maior.
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