- O fotógrafo Christian Gaul afirmou, em redes sociais, que não se orgulha do ensaio com a atriz Nivea Stelmann, realizado há quase duas décadas.
- O projeto, anunciado como capa da revista VIP em 2006, retratou a artista em tarefas do dia a dia com poses sensuais.
- A chamada da capa reforçava estereótipos domésticos, gerando debate sobre o machismo presente no conceito.
- Gaul explicou que a temática do ensaio, vista hoje, é a principal razão de seu desconforto com o trabalho.
- Na época, Stelmann, com 32 anos, recusou convites milionários para posar nua na Playboy, mantendo controle sobre sua imagem.
O fotógrafo Christian Gaul afirmou arrependimento pelo ensaio com a atriz Nivea Stelmann, realizado há quase duas décadas. A controvérsia voltou a ganhar repercussão nas redes, após Gaul comentar o tema da produção na íntegra. O material foi produzido para a capa da revista VIP, em 2006, na época já consolidada no público masculino.
O contexto envolve o auge de Stelmann na televisão, em especial pela novela Alma Gêmea, e a visibilidade que a levou a ser convidada para uma capa da VIP. O ensaio associou a atriz a situações domésticas em poses com cunho sensacionalista, prometendo um registro sensual sem nudez completa.
Gaul revelou que não se orgulha do trabalho atual e explicou que o problema reside na temática, que ele considera machista. A declaração ocorreu após a lembrança do ensaio ser compartilhada nas redes sociais pelo perfil Clube da VIP.
Contexto do ensaio
Na época, Stelmann tinha 32 anos e já era referência na dramaturgia. Embora tenha recusado propostas milionárias para posar nu, a VIP aceitou explorar um registro sensual moderado. A proposta, segundo a crítica atual, reforçava estereótipos de gênero.
A repercussão envolve debates sobre representatividade feminina na mídia. O episódio é citado para ilustrar mudanças na indústria ao longo dos anos, com maior controle das artistas sobre a própria imagem.
Repercussão e desdobramentos
A história é relembrada sem a presença de conteúdo visual no texto, mas com foco nos bastidores e na percepção crítica. Stelmann manteve posição destacada no cenário televisivo, enquanto Gaul reiterou seu desconforto com a linha estética adotada.
A reportagem não se atém a julgamentos; descreve o que foi declarado pelos envolvidos. A discussão atual ressalta a evolução de padrões na mídia brasileira e a busca por representações mais equilibradas.
Entre na conversa da comunidade