- Juliano Cazarré afirma que as críticas de artistas lhe fizeram um favor enorme, ajudando a divulgar o curso voltado aos homens contra o enfraquecimento masculino.
- O evento “O Farol e a Forja” está marcado para 24, 25 e 26 de julho, em São Paulo, na Uni Italo.
- Colegas de profissão classificaram o curso como machista e misógino.
- Cazarré não respondeu se houve aumento de procura ou apoio de outros artistas e disse preferir falar pelo seu canal.
- A repercussão pública incluiu críticas de colegas como Marjorie Estiano, Elisa Lucinda e Paulo Betti, entre outros.
Juliano Cazarré diz que as críticas de colegas ajudaram a promover um curso voltado aos homens, criado por ele para discutir o que chama de enfraquecimento masculino. O ator, que se identifica como conservador e católico, afirma ter recebido um “agradecimento enorme” pelas falas que geraram repercussão.
O projeto, intitulado O Farol e a Forja, pretende reunir homens que assumam seu papel na sociedade. O curso está marcado para os dias 24, 25 e 26 de julho, em São Paulo, na Uni Italo. A divulgação já ampliou a discussão sobre o tema entre artistas e público.
Diversos colegas de profissão criticaram a iniciativa, classificada como machista e misógina por alguns. Entre eles, Marjorie Estiano apontou que o discurso em jogo é amplamente difundido e impacta de forma negativa as mulheres. Claudia Abreu destacou questões de violência e feminicídio no país.
Outros artistas também se manifestaram de forma crítica. Elisa Lucinda afirmou que o projeto vai na contramão de avanços sociais, enquanto Paulo Betti chamou Cazarré de convencido, sugerindo que o ator se refere a si mesmo na terceira pessoa. José de Abreu publicou mensagens visualizando críticas ao pensamento do ator.
A assessoria de imprensa de Cazarré não confirmou se houve aumento de adesões ao curso ou manifestações de apoio de colegas. O ator indicou que prefere seguir divulgando o tema por meio de seu canal e não quis comentar mais sobre o evento naquele momento.
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