- A cinebiografia Michael chegou aos cinemas em 23 de abril e gerou divisão entre familiares de Michael Jackson.
- Taj Jackson, sobrinho e filho de Tito, criticou a imprensa por críticas negativas e pediu ao público que assista ao filme.
- Paris Jackson disse que não teve envolvimento com o filme, apenas leu um dos primeiros rascunhos do roteiro e fez anotações sobre pontos que não pareciam certos.
- Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson, defende o projeto, enquanto Janet Jackson não aprova e não aparece no filme; LaToya afirmou que a decisão foi de Janet.
- O espólio de Michael apoia o filme, que é visto pela Universal Pictures como aposta de bilheteria, com roteiro de John Logan e direção de Antoine Fuqua.
A cinebiografia Michael chegou aos cinemas na quinta-feira (23/4) e tem dividido a família de Michael Jackson. O projeto, produzido pela Universal Pictures, recebeu apoio do espólio do artista e tem Jaafar Jackson no papel principal. A reception pública tem mostrado posições distintas entre parentes próximos.
Entre os que apoiam o filme, Taj Jackson, sobrinho do cantor e filho de Tito Jackson, afirmou que a imprensa não controla a narrativa sobre Michael e que o público deve decidir por si mesmo ao assistir à produção. A defesa é de que o longa mostra uma leitura autorizada da história do artista.
Já Paris Jackson, filha de Michael, deixou claro que não teve envolvimento com a cinebiografia. A artista afirmou que não participou do set e que apenas fez alterações ao roteiro durante as primeiras leituras, sem manter continuidade com o projeto atual. Ela ainda ressaltou que não houve consulta ou participação formal.
Controvérsias familiares e papéis dos Jackson
No elenco, Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson, interpreta Michael e defende a obra publicamente. Jermaine, por sua vez, participou ativamente da produção, o que gerou atritos com outras irmãs da família.
A irmã Janet Jackson não aprovou o filme segundo informações, e a ausência dela na produção é apontada como decisão própria da artista. LaToya Jackson também indicou divergências, citando distorções na participação de Janet na discussão sobre o projeto.
O longa é uma aposta de bilheteria para a Universal, com roteiro assinado por John Logan e direção de Antoine Fuqua. A expectativa é de audiência expressiva e de debates em torno da visão apresentada sobre Michael Jackson.
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