- O apresentador Léo Dias afirmou ter tentado adotar o filho biológico da atriz Klara Castanho, nascido em 2022, pouco depois do parto.
- Klara Castanho engravidou após ter sido vítima de estupro e decidiu entregar o bebê para adoção de forma legal, mantendo sigilo sobre a gestação.
- Dias disse que pediu para adotar o bebê no dia em que ela deu à luz e que Klara não autorizou, porque já havia acordo com o Ministério Público.
- O apresentador afirmou ter atuado como testemunha de Klara no processo contra o hospital, revelando que soube do caso no dia do nascimento da criança.
- A versão dele é contestada por Ricardo Feltrin, que afirma que o vazamento não veio do hospital e que Dias já sabia de toda a história, mantendo o debate entre as figuras envolvidas.
O apresentador e colunista Léo Dias afirmou ter tentado adotar o filho biológico da atriz Klara Castanho, cuja gravidez ganhou notoriedade após ele ter sido vítima de estupro. A adoção foi tratada como processo legal, com Klara informando autoridades sobre o desejo de entrega do bebê, nascido em 2022.
Dias relatou, em entrevista a Isabele Benito, que tentou contactar Klara para adotar a criança nos dias que cercaram o nascimento. Ele disse ter insistido para que a guarda fosse para Recife, mas afirmou ter sido impedido por um acordo já vigente com o Ministério Público.
O apresentador também informou que participou como testemunha em processo movido por Klara contra o hospital que atendeu à atriz. Alega ter tomado conhecimento do caso apenas no dia do parto e afirmou que divulgou informações só após a publicização feita por Klara.
Versões sobre como a notícia veio a público
Dias sustenta que recebeu a informação do hospital, o que, segundo ele, justificaria a sua cobertura inicial do caso. Já o colunista Ricardo Feltrin contestou essa versão, afirmando que a divulgação partiu dele e que Klara manteve comunicação com outras pessoas próximas.
Klara Castanho acionou judicialmente o hospital relacionado ao nascimento da criança, conforme fontes associadas ao caso. O processo, segundo apuração, envolveu informações confidenciais e o cumprimento de medidas legais para proteger a identidade e os direitos da família.
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