- Stênio Garcia, de 92 anos, e a esposa Mari Saad contestaram as declarações das filhas Cássia e Gaya Piovesan Faro sobre a disputa judicial em andamento.
- O foco do conflito é um apartamento na Rua Barão da Torre, em Ipanema, transferido para as herdeiras em 1986, com uso vitalício garantido ao ator.
- As filhas dizem que o imóvel, avaliado em cerca de R$ 2 milhões, está ocupado pela mãe delas, Clarice Piovesan, há cerca de três anos; Stênio alega ocupação sem autorização e exige valores retroativos de aluguel.
- Em publicações nas redes, Stênio alegou que as filhas mentem e criticou o timing da entrevista, que coincidiu com seu aniversário, e Mari Saad pediu veracidade de documentos e que não usem sua imagem para expor mentiras.
- O processo, que começou em junho de dois mil e quinze, também envolve uma disputa de valores por perdas e danos, com Stênio buscando R$ 200 mil; as defesas devem se apresentar ao longo desta semana.
Stênio Garcia, 92, e Mari Saad responderam às declarações das filhas sobre a disputa judicial que envolve a família. O ator e a esposa usaram as redes para apresentar sua versão dos fatos e contestar o que foi veiculado pela imprensa.
A controvérsia envolve um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. Transferido para as filhas em 1986 com uso vitalício reservado a Stênio, o imóvel hoje estaria ocupado pela mãe das herdeiras. O valor estimado do bem é de cerca de 2 milhões de reais.
Stênio afirmou que as filhas não teriam demonstrado preocupação com sua saúde ou presença em cirurgias, segundo sua leitura das informações. Mari Saad questionou a veracidade das alegações e pediu que não se expusesse o casal de forma injustificada.
Em vídeo publicado com o acompanhamento de um advogado, o ator fez um apelo para evitar doações ou benefícios em vida que possam prejudicar familiares no futuro. Ele também criticou o que considerou ingratidão por parte das filhas, destacando que o anúncio coincidiu com o seu aniversário.
O PROCESSO
A ação começou em junho de 2025, quando Stênio moveu a ação contra as filhas. O núcleo da disputa envolve o apartamento na Rua Barão da Torre, com uso vitalício para o artista e a transferência às filhas em 1986. Segundo as filhas, Clarice Piovesan ocupa o espaço há cerca de três anos.
Stênio busca até valores retroativos de aluguel, alegando ocupação sem autorização. Em 1994 houve uma decisão que atribuiu metade do usufruto do imóvel a Clarice como compensação, mas a defesa do ator sustenta que um acordo posterior alterou essa condição.
Na atual fase processual, o ator solicita indenização de 200 mil reais por perdas e danos. A defesa das filhas deve ser apresentada ao longo desta semana, sem previsão de conclusão imediata do caso.
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