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Taylor Swift entra com pedido para proteger voz e imagem contra IA

Taylor Swift entra com pedidos de registro de marca para proteger voz e imagem contra uso indevido em conteúdos gerados por IA, incluindo deepfakes de show

Taylor Swift acusa duas situações de deepfake contra ela | Foto: REUTERS/Daniel Cole
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  • Taylor Swift entrou com pedidos de registro de marca para proteger voz e imagem contra conteúdos gerados por inteligência artificial.
  • Os registros foram protocolados na sexta-feira, 24, no escritório de patentes dos Estados Unidos, via TAS Rights Management.
  • Os pedidos contemplam dois trechos de áudio da cantora e uma imagem dela no palco, com roupa de lantejoulas e guitarra rosa.
  • A iniciativa busca impedir uso indevido nesses conteúdos, incluindo promoções de um novo álbum.
  • Especialistas dizem que o uso de voz por meio de IA é uma inovação regulatória: marcas podem preencher lacunas que direitos autorais sozinhos não cobrem.

Taylor Swift solicitou o registro de marca nos Estados Unidos para proteção de voz e imagem contra conteúdos criados por inteligência artificial. A medida foca em impedir o uso indevido em deepfakes, especialmente de conteúdos sonoros e visuais da cantora.

Os documentos foram protocolados na sexta-feira, 24, no escritório de patentes dos EUA. A TAS Rights Management, responsável pelos direitos da artista, lidera a iniciativa e apresentou dois trechos de áudio com a voz da cantora e uma imagem no palco.

A ação envolve gravações em que a voz de Swift aparece promovendo um novo álbum e uma imagem da artista em show com roupa de lantejoulas e guitarra rosa. A estratégia busca ampliar a proteção legal frente a IA que imita a voz e a aparência.

Contexto sobre a medida

Especialistas citados pela imprensa destacam que o registro de voz como marca ainda é pouco utilizado. Fontes apontam que a prática pode preencher lacunas legais, já que a IA pode gerar conteúdos novos que imitam a voz de artistas sem copiar gravações existentes.

Segundo analistas, a proteção de marcas registradas pode complementar direitos autorais para coibir usos falsos. A abordagem visa mitigar fraudes, desinformação e uso indevido da imagem em conteúdos gerados por IA.

Implicações e próximos passos

Consultor destacado pela Reuters ressalta que a estratégia de Swift é inovadora no campo da jurisprudência de marcas. Ainda não há precedentes amplos sobre esse tipo de registro aplicado a vozes faladas. A equipe jurídica acompanha eventuais desdobramentos nos tribunais.

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