- O jantar de correspondentes da Casa Branca aconteceu no fim de semana, houve tiroteio e um homem foi preso; ninguém ficou ferido.
- Jon Stewart voltou ao ar no The Daily Show e comentou que o país está em crise, questionando a realização do jantar e citando a preservação da Primeira Emenda.
- Jimmy Kimmel, em seu programa, defendeu a piada feita antes do incidente e a liberdade de expressão, dizendo que não houve chamada à violência.
- Seth Meyers, no Late Night, elogiou a rapidez da resposta de um oficial de segurança e comentou a situação de forma bem-humorada, ressaltando que violência política não é aceitável.
- Donald Trump e Melania atribuíram parte da polêmica a Kimmel; Trump mencionou a construção de um “Militarily Top Secret Ballroom” e postou sobre o tema nas redes sociais.
O texto aborda a reação de apresentadores de late show ao tiroteio ocorrido na White House correspondents’ dinner, no sábado à noite. Ninguém ficou ferido e um suspeito foi preso. O.spin da cobertura também envolveu críticas de Donald Trump e Melania contra um comediante, após piadas feitas sobre o casal.
Jon Stewart retornou ao ar menos de 48 horas após o ataque durante o evento, que interrompeu a celebração da imprensa. Stewart destacou que ataques desse tipo afetam a imagem de eventos públicos e citou situações vivenciadas no local, sem, no entanto, detalhar conclusões políticas.
Jimmy Kimmel abriu seu programa defendendo a liberdade de expressão e informou que não pediu desculpas pelas piadas feitas anteriormente. O comediante argumentou que o humor visa ferir intenções sem incentivar violência, mantendo o tom de comédia.
Seth Meyers comentou que a resposta policial foi rápida e que ninguém ficou gravemente ferido. Ele elogiou a cobertura de Wolf Blitzer e refletiu sobre a proteção de autoridades em eventos com grande público, sem sugerir mudanças de política.
Reações de personalidades políticas
Kimmel também respondeu às críticas de Melania Trump, que solicitou a demissão dele por uma piada anterior. A defesa da liberdade de expressão foi reiterada, ressaltando que a linguagem pública pode ser polêmica sem incitar violência.
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