- Bella Campos deu entrevista sobre os bastidores de Vale Tudo, e Mariana Goldfarb reagiu curtiando publicações com trechos do relato que citavam Cauã Reymond, gerando especulações nas redes (publicação na terça-feira, 28).
- Mariana Goldfarb repostou um vídeo em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro sobre violência contra a mulher, destacando sinais de abuso emocional.
- A influenciadora já havia falado, em outras ocasiões, sobre um relacionamento marcado por sofrimento emocional, incluindo controle, isolamento e desvalorização.
- Ela relatou crises alimentares e disse ter precisado reunir forças para encerrar o ciclo, descrevendo a decisão como essencial para preservar a própria vida.
- Em depoimento citado pela reportagem, ela descreve agressão psicológica sem marcas visíveis e dificuldades de tornar visíveis os abusos, ressaltando a gravidade da tortura psicológica.
A movimentação nas redes envolveu Bella Campos, cuja entrevista sobre os bastidores de Vale Tudo repercutiu nas plataformas. No meio da discussão, Mariana Goldfarb, ex-namorada de Cauã Reymond, curtiu uma publicação com trechos do relato que mencionavam o ator. A interação reacendeu especulações sobre o tema.
Na terça-feira, 28, Goldfarb retomou um conteúdo produzido em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro. O material orienta sobre violência contra a mulher e aponta sinais de abuso emocional, como críticas constantes, tensão no dia a dia e mudanças de comportamento para evitar conflitos.
Relatos que reverberam nas redes
Goldfarb já tinha mencionado, em outras ocasiões, um relacionamento marcado por sofrimento emocional. Em entrevistas, ela relatou episódios de controle, isolamento e desvalorização, além de impactos na saúde mental. Em sua narrativa, houve crises alimentares e a necessidade de encerrar o ciclo para preservar a própria vida.
Uma das narrativas anteriores descreve a dificuldade de tornar visível a violência psicológica. A agressão não deixa marcas físicas, o que dificulta a percepção do abuso pela sociedade. O relato enfatiza a tortura psicológica, o silêncio prolongado e a instabilidade emocional vivenciadas pela vítima.
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