- Porta dos Fundos estreia o primeiro formato 100% feminino, o videocast Ela É Pior Que Eu, apresentado por Clarice Falcão, Bella Camero e suas mães, Adriana Falcão e Dida Camero.
- O programa, idealizado e roteirizado por mulheres, explora relações entre mães e filhas com base nas experiências das protagonistas.
- Episódios têm duração de 40 minutos e são veiculados no canal PortaTV, no Spotify e no YouTube do grupo.
- O conteúdo conta com roteiro de Maria Santos e Joyce Muller, abordando temas como comportamento, afeto e conflitos geracionais.
- As protagonistas destacam a importância de espaços femininos no humor e as trocas entre gerações como diferencial do projeto.
O Porta dos Fundos apresenta seu primeiro videocast 100% feminino. O formato, intitulado Ela É Pior Que Eu, é idealizado e roteirizado por mulheres, com apresentação de Clarice Falcão, Bella Camero e suas mães, Adriana Falcão e Dida Camero. A proposta acompanha relações entre mães e filhas.
O projeto terá episódios de cerca de 40 minutos, com temas como comportamento, afeto e conflitos entre gerações. A estreia ocorre nesta terça-feira, 28, e o público poderá assistir no canal PortaTV, no Spotify e no YouTube do grupo.
O roteiro fica por conta de Maria Santos e Joyce Muller, trazendo as vivências das protagonistas para o debate. O formato mistura humor, diálogos espontâneos e situações do cotidiano.
As participantes destacam a importância de uma produção 100% feminina dentro do portfólio do Porta dos Fundos. A proposta enfatiza a troca entre gerações e o aprendizado mútuo entre mães e filhas.
Adriana Falcão comenta que o projeto aborda temas relevantes sem moralismo, mantendo a espontaneidade. A ideia é explorar questões reais, com leveza, sem apresentar uma lição pronta.
Bella Camero. Em entrevista, a atriz explica que a convivência com as mães gera insights e permite discutir assuntos variados. Ela ressalta a relevância de ocupar espaços de expressão com diversidade etária.
Dida Camero reforça a riqueza da troca entre gerações e a oportunidade de aprendizado constante. A atriz vê o formato como uma janela para novas perspectivas dentro do humor brasileiro.
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