- Em janeiro de 1984, durante gravação de um comercial da Pepsi diante de cerca de três mil fãs, o cabelo de Michael Jackson pegou fogo por falha de efeitos especiais.
- O cantor sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau no couro cabeludo e ficou dias hospitalizado.
- A gravação aconteceu em um show fictício para o comercial, em que a cinebiografia “Michael” mostra o episódio; a estreia no Brasil ocorreu no dia 23 de abril.
- Testemunhas citam que faíscas de um artefato pirotécnico atingiram Jackson, levando à combustão do cabelo durante as imagens.
- O episódio é apontado como possível fator no uso de analgésicos pelo artista, cuja morte em 2009 foi causada por parada cardíaca devido à intoxicação por propofol.
Em janeiro de 1984, durante a gravação de um comercial para a Pepsi, Michael Jackson sofreu um choque técnico que ficou registrado na história. A cena, diante de uma plateia ao vivo, terminou com o cabelo do cantor pegando fogo após uma explosão de artifato pirotécnico.
Mais de 3 mil fãs estavam presentes para assistir a um momento de apresentação de Billie Jean, em um show fictício para o comercial. A explosão nociva alcançou o couro cabeludo de Jackson, provocando queimaduras de segundo e terceiro graus.
A maquiadora Karen Faye relatou, anos depois, que houve uma resposta rápida de equipe e que o cabelo do artista quase sumiu da cabeça, com fumaça saindo do couro cabeludo. O episódio é retratado na cinebiografia Michael, lançada no Brasil em abril.
O acidente é visto como ponto-chave na vida de Jackson, que enfrentou controvérsias e mudanças em sua carreira após o ocorrido. Especula-se que as queimaduras contribuíram para o uso de analgésicos no período seguinte.
Anos mais tarde, Jackson informou à imprensa que alguns remédios foram prescritos para aliviar a dor após cirurgia reconstrutiva no couro cabeludo. Sua morte, em 2009, ocorreu por parada cardíaca associada à intoxicação por propofol.
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