- Defensor de Stênio Garcia, de 93 anos, acusa filha e ex-esposa de ocultação de provas em disputa de um apartamento de about R$ 2 milhões em Ipanema, Rio de Janeiro.
- A Polícia Militar foi acionada para acompanhar a situação após gravação de uma conversa com representante da imobiliária, que diz ter recebido pedido de Clarice e Cássia para não repassar informações.
- O imóvel, adquirido na década de 1980 e com pouco mais de cinquenta metros quadrados, está no centro de disputa sobre o usufruto vitalício entre o ator e suas filhas.
- Segundo a defesa, o usufruto vitalício seria usado pela ex-esposa e mãe das filhas, e o ator afirma que só ele pode dispor desse direito; ele recorreu à Justiça em outubro de 2025.
- A advogada Sylvia Drummond, que representa as filhas, também atua como vice-presidente da OAB-RJ e presidente do Tribunal de Ética e Disciplina; o Terra pediu posicionamento e aguarda resposta.
Stênio Garcia, de 93 anos, está envolvido em uma disputa judicial sobre um apartamento de cerca de R$ 2 milhões em Ipanema, Rio de Janeiro. A defesa do ator acusa uma de suas filhas e a ex-esposa de ocultação de provas no processo que tramita sobre o imóvel. O advogado Luiz Mantovani acionou a Polícia Militar na quarta-feira, 29, para que um agente tomasse conhecimento do caso.
Mantovani divulgou uma gravação de conversa com um representante da imobiliária responsável pela locação do imóvel. Na gravação, o interlocutor afirma ter recebido pedido de Clarice, ex-mulher de Stênio, e de Cássia, filha do artista, para que ele não repassasse informações ao advogado do pai. Segundo a defesa, o contrato de locação não está ativo, mas haveria anotações sobre o arranjo entre 2019 e 2023.
O processo envolve o uso do usufruto vitalício do apartamento, comprado na década de 1980 e avaliado em torno de 2 milhões de reais. Stênio sustenta que depende da renda do aluguel, enquanto as filhas contestam a relação entre interesse econômico e a posse do bem, afirmando que a mãe permanece morando no imóvel. O ator divulgou recentemente nas redes sociais críticas à situação, alegando que o usufruto não pode ser transferido e que a ex-esposa alugou o imóvel em 2019 sem seu conhecimento, chegando a assinar documento autorizando que o valor fosse destinado à avó materna. O processo teve início em outubro de 2025.
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