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Bárbara Evans revela recaída na dependência química após 5 anos

Bárbara Evans fala sobre dependência de clonazepam há anos, relata recaída recente e início de desmame de três meses para recuperar sono e saúde mental

Bárbara Evans publicou vídeo sobre dependência quimica de remédio para dormir.
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  • Bárbara Evans abriu sobre a luta contra a dependência química de clonazepam, medicamento usado para dormir, que dura cerca de cinco a seis anos.
  • Ela interrompeu o uso durante as gestações, mas retomou por dificuldades para dormir, principalmente por preocupação com os filhos.
  • A influencer teve início de acompanhamento com psicóloga e psiquiatra para reduzir a medicação e cuidar da saúde mental.
  • No início, tomava um comprimido inteiro para dormir; atualmente usa um quarto, mas já houve recaídas, como nesta madrugada.
  • O processo de desmame é previsto para durar três meses, com objetivo de manter saúde mental e aproveitar os filhos.

Bárbara Evans, filha de Monique Evans, revelou nas redes sociais que enfrenta dependência química relacionada ao uso de clonazepam há cerca de cinco a seis anos. O objetivo, segundo a influenciadora, é compartilhar a situação para alertar sobre os riscos desse medicamento para dormir.

A influenciadora chegou a interromper o uso durante as gestações, mas retomou devido às dificuldades para dormir. Ela afirma ter decidido buscar tratamento para preservar a saúde mental e acompanhar de perto seus três filhos.

Ela descreve o progresso do desmame, com previsão de três meses, começando com uma redução do comprimido inteiro para um quarto. Ainda assim, admite recaídas, como a de uma noite em que não conseguiu dormir.

Tive recaída

Bárbara relata que, eventualmentes, volta a dormir mal mesmo com o desmame em andamento. Em tais momentos, diz que recorre a medidas de apoio e mantém o acompanhamento com psicóloga e psiquiatra para reduzir a dependência e manter a saúde mental.

A história ganha relevância ao destacar dificuldades associadas ao uso de benzodiazepínicos para o sono, além da pressão de conciliar tratamento com as responsabilidades familiares. A produção segue acompanhando o desfecho do processo terapêutico da influenciadora.

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