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Projeto antirracista Tua Ficha Tá Preta? chega ao Rio de Janeiro

Projeto antirracista chega ao Rio de Janeiro para mapear profissionais pretos da cultura, ampliando visibilidade e oportunidades de emprego

Lançamento acontece no dia 4 de maio, às 19h, na Sala Funarte Sidney Miller, no centro do Rio de Janeiro | Divulgação
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  • O projeto antirracista “Tua Ficha Tá Preta?” chega ao Rio de Janeiro para mapear profissionais negros da cultura por meio de pílulas, site e perfil no Instagram.
  • Criado em São Paulo pelo edital PROAC LAB 42/2020, o programa apresenta ações rápidas para tornar acessíveis diversos profissionais pretos da área criativa.
  • O lançamento no Rio está marcado para 4 de maio de 2026, às 19h, na Sala Funarte Sidney Miller, no Centro.
  • Antes do lançamento, a ativação “Queremos Saber” entrevistou 700 pessoas em teatros cariocas para entender o conhecimento sobre a Ficha Técnica e a presença de profissionais pretos; os resultados serão divulgados no site.
  • A programação inclui a ação “A Grande Pergunta” com totens em teatros e QR codes que direcionam a links do projeto, com foco em empregabilidade e visibilidade de profissionais pretos no Rio de Janeiro.

O projeto antirracista Tua Ficha Tá Preta? chega ao Rio de Janeiro para mapear profissionais pretos da cultura e ampliar a visibilidade de seus agentes criativos. Aline Mohamad, produtora carioca, motivou a iniciativa após ouvir colegas da área dizerem não conhecer trabalhadores pretos e não os contratarem. A ação, já realizada em São Paulo com o PROAC LAB 42/2020, chega agora à cidade maravilhosa por meio de uma plataforma rápida e objetiva.

A ideia central é apresentar e tornar acessíveis diversos profissionais pretos que participam ativamente das artes. O projeto se apoia em três ações: pílulas Um Pouco mais de Mim com vídeos biográficos de 24 profissionais, um site dedicado e uma página no Instagram. Além de servir como banco de dados, as pílulas atuam como portfólio audiovisual.

Proposta e impacto

Antes do lançamento, o grupo realizou a ativação Queremos Saber, entrevistando 700 pessoas em teatros cariocas para entender o interesse pela ficha técnica racializada e a presença de profissionais pretos nos bastidores. Os resultados devem ficar disponíveis no site do projeto.

Aline Mohamad defende que a racialização da ficha técnica é essencial para ampliar oportunidades e mudar a percepção de quem contrata. Ela afirma que é urgente incluir cabeças pretas pensantes em todas as etapas criativas desde o início.

Programação e lançamento

O lançamento ocorre no dia 4 de maio de 2026, às 19h, na Sala Funarte Sidney Miller, no Centro do Rio. A programação inclui welcome drink, mesa sobre empregabilidade negra nas artes com Aline Vila Real e Drayson Menezzes, e encerramento.

Além do lançamento, o projeto prevê ações como A Grande Pergunta, com itinerários por pontos de fluxo da cidade e totens em teatros, conectando o público aos links do projeto via QR Code. O objetivo é ampliar a empregabilidade e a visibilidade de profissionais pretos no Rio de Janeiro.

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