- Ana Paula Siebert realizou quatro procedimentos em uma única cirurgia: troca de prótese de silicone (de 380 ml para 250 ml), blefaroplastia inferior, radiofrequência para flacidez nos braços e correção do furo das orelhas.
- Ela ficou aproximadamente uma semana afastada das redes sociais para se recuperar.
- O cirurgião plástico Marco Cassol afirma que combinar procedimentos na mesma cirurgia é comum, desde que haja indicação adequada, critério técnico e segurança.
- A decisão de fazer tudo em um único procedimento depende de tempo seguro na sala de cirurgia, estado de saúde, exames pré-operatórios e avaliação de risco anestésico.
- Riscos de indicações inadequadas incluem complicações anestésicas, trombose e sobrecarga do organismo; é essencial entender objetivos e limitações de cada intervenção.
Ana Paula Siebert, esposa do empresário Roberto Justus, revelou ter passado por quatro procedimentos estéticos em uma única cirurgia. A declaração abriu debate sobre cirurgias combinadas e seus riscos. Ela ficou afastada das redes por cerca de uma semana para se recuperar e detalhou os procedimentos realizados.
A paciente realizou a troca de próteses de silicone, com redução de volume de 380 ml para 250 ml, blefaroplastia inferior, radiofrequência para flacidez nos braços e correção do furo das orelhas causado pelo uso de brincos pesados. A recuperação após os procedimentos foi descrita como desafiadora pelo próprio relato.
Segurança e critérios na prática
O cirurgião plástico Marco Cassol comentou que a prática de combinar procedimentos é comum quando bem indicada e executada com critério técnico e segurança. Ele aponta que há ganhos como um único tempo cirúrgico e um planejamento integrado, desde que haja avaliação individualizada.
Cassol detalhou que a troca de próteses depende de desgaste, alterações no corpo e necessidades estéticas, e que a blefaroplastia busca reduzir pele e bolsas sob as pálpebras para um olhar mais descansado. O especialista enfatizou a necessidade de exames, estado de saúde e risco anestésico, com decisão centrada na segurança do paciente.
Riscos de indicações inadequadas incluem complicações anestésicas, trombose e sobrecarga corporal. O alerta é para que cada cirurgia tenha objetivos claros, limites do procedimento e respeito às particularidades de cada corpo, segundo o médico.
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