- Após quatro dias de tour pela Austrália, houve críticas à passagem de Harry e Meghan e ao que muitos chamaram de uma “falsa turnê real”; William é citado como insatisfeito com a situação.
- O roteiro teve Melbourne, Canberra e Sydney, incluindo visita a hospital infantil e uma palestra de Meghan de 90 minutos, pela qual cobrou 120 mil libras.
- A pauta cita tensão entre o príncipe William e o irmão, com a possível remoção dos títulos caso William vivesse como rei; Charles, porém, é descrito como mais aberto à situação.
- A jornalista Jane Moore afirmou que William poderia retirar os títulos na primeira oportunidade, enquanto Charles estaria dividido entre a franqueza de atuação e o vínculo com o filho.
- Em meio ao fim do contrato com a Netflix, Charles seria mais compreensivo; Meghan, por sua vez, busca reconstrução e estaria em contato com o CEO da Netflix, Ted Sarandos, além de enviar presentes pessoais.
Após quatro dias, Harry e Meghan concluíram uma turnê pela Austrália, com compromissos em Melbourne, Canberra e Sydney. A viagem foi amplamente descrita pela imprensa como uma suposta “falsa turnê real”. Entre as atividades, houve visita a um hospital infantil e uma palestra de 90 minutos sobre bem-estar, pela qual Meghan cobrou 120 mil libras.
O episódio aumentou a tensão com o príncipe William, que já nutria descontentamento com a decisão de seus irmãos de sair da linha de sucessão. Fontes indicam que, se fosse rei, William avaliaria retirar os títulos de Harry e Meghan. O atrito entre os dois casais remonta à saída da coroa.
Na cobertura de especialistas, a comentarista Jane Moore afirmou que muitos acreditam que William removeria os títulos sem hesitar. Já o rei Charles III aparece mais contido, possivelmente por considerar responsabilidade paterna pelo filho caçula.
Durante a viagem, Harry enfatizou a gratidão pela própria experiência de paternidade, sugerindo que busca avanços a partir de sua visão de família. A reportagem também aponta que o rei pode buscar manter a pacificação entre a família.
Economicamente, o colapso do contrato com a Netflix é visto como fator que pode tornar Charles mais simpático à situação dos Sussex. A expectativa é de que o rei possa sinalizar apoio quando Harry retornar ao Reino Unido para eventos ligados ao Invictus Games em 2027, em Birmingham.
Enquanto isso, Meghan é descrita buscando reconstrução pública. Segundo apurações, ela mantém contatos frequentes com o CEO da Netflix, Ted Sarandos, e com a esposa dele, Nicole Avant, enviando presentes pessoais e gestos de afeto para fortalecer relações com a empresa.
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