- Kim Kardashian estreou no Met Gala em 2013 como acompanhante de Kanye West, usando um vestido de látex Givenchy com estampa de rosas que gerou críticas.
- Desde então, ela não perdeu nenhum Met Gala, aumentando o nível dos looks ao longo dos anos.
- Em 2021, ficou conhecido por esconder o rosto atrás de um look completo da Balenciaga.
- No ano seguinte, chamou ainda mais atenção ao usar um dos vestidos icônicos de Marilyn Monroe para homenagear o tema “Glamour Dourado” (em referência ao código de vestimenta).
- Entre 2022 e 2025, manteve presença marcante com looks de grandes houses e designers como Balenciaga, Schiaparelli, Maison Margiela e Chrome Hearts.
Kim Kardashian tem presença marcante no Met Gala desde 2013, ano em que desfilou ao lado de Kanye West em meio a críticas pela escolha do vestido. O look de maternidade assinado por Givenchy gerou debate online e ficou marcado na história do evento.
A trajetória da empresária no gala mostra uma ascensão de estilos e controvérsias. Em 2013 ela admite ter se sentido isolada entre convidados, mas não deixou de retornar a cada edição, aumentando a atenção da imprensa e do público a cada look.
Em 2021 Kardashian optou por esconder o rosto por completo com um modelito de Balenciaga, gerando discussões sobre privacidade e palco fashion. No ano seguinte, escolheu um vestido icônico de Marilyn Monroe para o código de vestimenta Glamour Dourado, que reacendeu debates sobre homenagem e iconeização.
Evolução de looks no Met Gala
Entre 2013 e 2015 os nossos registros apontam escolhas de grifes de alto impacto, com progressiva exposição de personalidade. Em 2016 o desfile foi com Balmain, em 2017 com Vivienne Westwood, consolidando a imagem de protagonista das discussões sobre moda.
Momentos polêmicos e marcas registradas
Em 2018 Kardashian vestiu Versace, mantendo o foco na conexão entre celebridade e passarela. Em 2019, novamente em destaque, com Thierry Mugler. Em 2021, Balenciaga chamou a atenção pela silhueta total, enquanto 2023 e 2024 contaram com Schiaparelli e Maison Margiela, respectivamente.
O que houve nos últimos anos
Em 2022 a pauta passou pela ideia de uma referência histórica da moda, com arquivo de Jean Louis e esboços de Bob Mackey. Entre 2024 e 2025 as escolhas seguiram linhas arrojadas, com Maison Margiela de John Galliano em 2024 e Chrome Hearts em 2025, mantendo o tom de ousadia.
O que se sabe sobre o papel da artista no evento
Kardashian não foi coanfitriã, mas seu nome permanece fortemente ligado à conversa cultural em torno da maior noite da moda. Ao longo de 12 anos, ela aparece em momentos-chave da cobertura, influenciando debates sobre estilo, identidade e mídia.
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