- Luma de Oliveira, de 61 anos, rebateu fala do ex-marido Eike Batista, de 69, sobre os filhos Thor, 34, e Olin, 30.
- Eike chamou os filhos mais velhos de “geração Fru-Fru” e “floquinho de neve” em podcast; Luma afirmou que ele piorou ao dizer que os termos machistas não valem para os menores Balder e Tyra.
- Ela disse que a fala desrespeita publicamente os filhos, destacando que Thor trabalha de forma independente e Olin trabalha com o pai.
- O casal foi casado de 1991 a 2004. Eike foi preso em 2017, condenado a 11 anos e 8 meses, e liberto por decisões do STF e do TRF-2.
- Luma classificou a atitude como lamentável e informou que a situação pode impactar o equilíbrio mental dele.
Luma de Oliveira rebateu publicamente uma fala de Eike Batista sobre seus filhos Thor e Olin. A modelo publicou neste domingo, 3, nas redes sociais, uma resposta aos comentarios do ex-marido durante um podcast. A polêmica envolve a classificação dos filhos pela forma como são criados e pelo estilo de vida.
A publicação traz imagens do empresário, de Luma e dos filhos. Na legenda, ela questiona a arrogância de Eike após a prisão, citando que ele desrespeita os filhos ao chamá-los de Fru-Fru e Floquinho de Neve. Ela critica ainda a ideia de que os termos machistas atingem apenas os filhos mais velhos.
Luma afirma que a fala piora a situação ao destacar apenas os filhos mais velhos, deixando de fora Balder e Tyra, menores da relação com Flávia Sampaio. Ela sugere que o comentário revela mais sobre o emissor do que sobre as crianças.
Ela destaca que Thor já atua de forma independente há bastante tempo e Olin trabalha com o pai. A modelo lembra que, na época em que os meninos eram pequenos, Eike passava mais tempo fora do país, o que influenciava as atividades das crianças.
O histórico do relacionamento entre Luma e Eike é citado para contextualizar o estopim da discussão. Eles foram casados de 1991 a 2004. Em 2017, Eike foi preso preventivamente por envolvimento na Operação Eficiência, após condenação por corrupção e lavagem de dinheiro, cumprindo parte de regime em Bangu e depois em prisão domiciliar.
Em 2021, Eike Batista recebeu uma condenação de 11 anos e 8 meses, mas foi liberado por decisões do STF e do TRF-2. A defesa e as repercussões do caso não foram detalhadas na publicação de Luma, que mantém o foco nas falas sobre os filhos.
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